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Emicida será mestre na Universidade de Coimbra

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Rapper brasileiro participará de uma agenda diversificada de eventos que constam palestras, intervenções artísticas, rodas de conversa e entrevistas.

O rapper brasileiro Emicida será mestre no Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, em Portugal. O centro denominou a passagem de Emicida pela universidade como “residência artística”. 

“O Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra acolhe, pelo período de 3 meses, entre 25 de julho e 21 de outubro de 2021, a residência artística de Leandro Roque de Oliveira, conhecido artisticamente como Emicida”, anunciou a universidade nesta terça-feira (20).

Em uma publicação no Twitter, Emicida afirmou que recebeu muitas congratulações por ingressar na faculdade, e esclareceu que o desafio será como mestre, não como aluno. 

” Ó, muita gente me parabenizando por entrar na faculdade. Obrigado amigos. Mas eu não estou indo como aluno (embora eu seja um eterno aprendiz de tudo) estou indo como mestre ( aliás, adorei o título “cátedra insurgente”) e é uma honra sem tamanho”, disse.

Emicida participará de uma agenda diversificada de eventos que constam palestras, intervenções artísticas, rodas de conversa e entrevistas.

“Tendo em consideração a obra e o impacto público de Emicida, de que pode destacar-se o recente documentário de sua autoria “AmarElo – É Tudo Pra Ontem”, a residência artística irá promover uma reflexão e um diálogo transatlântico sobre a relação entre arte, ciência e transformação social”, destacou a universidade.

A instituição portuguesa destaca que o convite dirigido a Emicida constitui a iniciativa piloto da “Residência Artística CES”.

“Com esta proposta pretende-se criar um espaço emblemático de articulação entre investigação desenvolvida no CES e a criação artística com impacto público na promoção dos direitos humanos, na afirmação de vozes e linguagens negligenciadas pela cultura acadêmica e no estreitamento de diálogos com os movimentos sociais na Europa e no Sul global”. 

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Rita Lee de corpo e alma

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“Tudo muda o tempo todo. Aos 73 anos, por exemplo, tenho meus cabelos brancos. Já fui loira, já fui ruiva — que era um sol na cabeça — e agora tenho a lua comigo. Sinto também um vetor da vida que transforma o desejo. Já transei para caramba e, agora, tenho mais ‘tesão na alma’. Um prazer que é despertado por um bom livro, meditação, quando tento me comunicar telepaticamente com irmãos das estrelas, com meus rituais espirituais… Então, mude! Já que não tem jeito mesmo, abrace a mudança. Com essa música, gostaria de dar um upgrade no lado legal, quero viver no arco-íris, na coisa bacana, na pureza, na coragem, na liberdade… apesar desse momento tão escuro que o Brasil enfrenta.”

Rita – 50 anos de carreira no Museu da Imagem e do Som de São Paulo

Seres de luz

“Fiz um pacto com o universo, com o Criador, com os ‘seres de luz’, de que ia segurar a barra de ter um câncer no pulmão. Fiz a radioterapia e agora faço quimioterapia. Os exames estão ótimos. Mas fácil não é. Vi minha mãe passar por isso: quimio, radio… e, há 45 anos, a medicina era muito diferente. Tinha trauma do jeito que ela ficou. Então, quando o médico falou que precisava fazer o tratamento, a primeira coisa que pensei foi: ‘Eu sabia!’. Sabe por quê? Por causa dos sinais que recebi. Sabia que iria acontecer algo. Quantas vezes não disse que teria de pagar algum pedágio da vida? Era um sopro atrás do outro: ‘Pare de fumar. Você fuma desde os 22 anos, pare agora’. Era como uma luz que acendia no fundo da mente. Fora as coisas que me eram esfregadas na cara. Ia ler jornal, e estava lá uma personalidade dizendo que havia parado de fumar. Estava na estrada, parava atrás de um caminhão e estava escrito: ‘Pare de fumar’. Com a pandemia, aquele baixo-astral no mundo, não tem como não ser afetado: passei a fumar o triplo de antes. Tenho essa coisa de católico, de culpa, e continuei a me desrespeitar. E quando o médico falou: ‘Você está com câncer no pulmão’, fechei os olhos e pensei: ‘Danadinhos, sarcásticos’. “

por O Globo

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