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Velozes e Furiosos 9 | Diretor pediu ajuda da Nasa para cena do filme

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O diretor de Velozes e Furiosos 9, Justin Lin, consultou a Nasa para criar cenas na lua. A intenção de Lin era deixar as cenas do novo filme o mais coerentes possível.

“É algo sobre o qual tive muitas conversas”, revelou Lin em entrevista ao Vulture. “E [a ideia] passou de cientistas de foguetes rindo e perguntando: ‘Que?’para nós dizendo: ‘Bem, isso pode realmente acontecer? Se outros cientistas de foguetes tiverem que chegar lá e as cápsulas forem revestidas com esses polímeros? Blá blá blá’. Isso é algo que foi pensado. Cientificamente, essa é uma das peças de ação mais sólidas da nossa franquia.

Inicialmente, a ideia do produtor executivo Josh Henson foi tratada como piada, que logo se tornou parte importante do longa.

“Como uma piada, montamos algo do tipo: ‘Ok, Dom e a gangue vão para a lua, e eles pilotam carros; eles estão correndo em rovers legais na lua, e Dom destrói o veículo dele. O bandido está prestes a fugir, mas ele [Dom] está no local da Apollo 11 e encontra o rover lunar original, e ele está correndo'”, contou Henson na mesma entrevista. “Nós meio que fizemos isso como uma piada e lançamos para Justin. Demos uma boa risada. Mas então Justin disse: “Bem, talvez haja algo lá.”

Após a equipe amaradurecer a ideia de viagem espacial, o diretor decidiu contatar a Nasa para saber se o roteiro fazia sentido.

Em Velozes e Furiosios 9, Dom Toretto (Vin Diesel), Letty (Michelle Rodriguez) e o pequeno Brian vivem uma vida tranquila, até que a aparição da antiga turma de Toretto anuncia a chegada de uma nova ameaça e, assim, o início de uma nova aventura ao redor do mundo. Para enfrentar um grupo de mercenários liderados por seu irmão Jakob (John Cena) e por Cipher (Charlize Theron), Toretto contará com a ajuda de novos aliados e também personagens queridos pelo público.

Justin Lin retorna à franquia após assinar Velozes e Furiosos 4, 5 e 6Tyrese Gibson, Chris “Ludacris” BridgesNathalie Emmanuel, Sung Kang e Helen Mirren estão no elenco, além de Jordana Brewster.

Por Omelete

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Rita Lee de corpo e alma

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“Tudo muda o tempo todo. Aos 73 anos, por exemplo, tenho meus cabelos brancos. Já fui loira, já fui ruiva — que era um sol na cabeça — e agora tenho a lua comigo. Sinto também um vetor da vida que transforma o desejo. Já transei para caramba e, agora, tenho mais ‘tesão na alma’. Um prazer que é despertado por um bom livro, meditação, quando tento me comunicar telepaticamente com irmãos das estrelas, com meus rituais espirituais… Então, mude! Já que não tem jeito mesmo, abrace a mudança. Com essa música, gostaria de dar um upgrade no lado legal, quero viver no arco-íris, na coisa bacana, na pureza, na coragem, na liberdade… apesar desse momento tão escuro que o Brasil enfrenta.”

Rita – 50 anos de carreira no Museu da Imagem e do Som de São Paulo

Seres de luz

“Fiz um pacto com o universo, com o Criador, com os ‘seres de luz’, de que ia segurar a barra de ter um câncer no pulmão. Fiz a radioterapia e agora faço quimioterapia. Os exames estão ótimos. Mas fácil não é. Vi minha mãe passar por isso: quimio, radio… e, há 45 anos, a medicina era muito diferente. Tinha trauma do jeito que ela ficou. Então, quando o médico falou que precisava fazer o tratamento, a primeira coisa que pensei foi: ‘Eu sabia!’. Sabe por quê? Por causa dos sinais que recebi. Sabia que iria acontecer algo. Quantas vezes não disse que teria de pagar algum pedágio da vida? Era um sopro atrás do outro: ‘Pare de fumar. Você fuma desde os 22 anos, pare agora’. Era como uma luz que acendia no fundo da mente. Fora as coisas que me eram esfregadas na cara. Ia ler jornal, e estava lá uma personalidade dizendo que havia parado de fumar. Estava na estrada, parava atrás de um caminhão e estava escrito: ‘Pare de fumar’. Com a pandemia, aquele baixo-astral no mundo, não tem como não ser afetado: passei a fumar o triplo de antes. Tenho essa coisa de católico, de culpa, e continuei a me desrespeitar. E quando o médico falou: ‘Você está com câncer no pulmão’, fechei os olhos e pensei: ‘Danadinhos, sarcásticos’. “

por O Globo

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