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12 tipos de sexo para experimentar pelo menos uma vez na vida

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Para você, sexo é tudo igual? Ou pode-se dizer que há maneiras de categorizar o sexo, o dividindo em “tipos”? Não há como negar que, dependendo do contexto e pano de fundo, todo o ato sexual tem pegadas diferentes.

Seja ele mais romântico, mais intenso, depois de uma briga ou logo ao amanhecer, cada tipo de sexo tem suas particularidades, além de seus benefícios.

A terapeuta sexual Tâmara Dias explica as vantagens de cada tipo de sexo e como tirar o melhor proveito de cada um deles. Confira, escolha o seu preferido e experimente o que você ainda não conhece.

Sexo ostentação

O sexo ostentação nada mais é do que aquela ocasião especial em que o casal decide investir um pouco mais para uma noite especial: uma suíte em um hotel, espumante, jantar em um restaurante bom – tudo para criar um clima luxuoso.

“A vantagem do sexo luxuoso é que você se prepara para esse momento de uma forma mais especial. E lembrando que o sexo começa na mente, antes mesmo de ir para o corpo. Você acaba estimulando mais o desejo sexual, então o clima fica mais quente na hora do sexo”, diz.

Sexo de reconciliação

“Esse sempre vem com aquela vontade de mostrar para o outro o que ele poderia perder. A vantagem desse sexo é que pode ter romance com safadeza, porque fica um clima romântico de demonstrar que existe afeto, mas também a vontade de dar muito prazer para compensar o desentendimento que tiveram”, explica.

Contudo, vale sempre ressaltar que brigas e questões do casal não devem ser puramente resolvidas na cama. O sexo é sempre bem-vindo, mas é preciso também haver diálogo para que os dois não deixem nada em aberto.

Sexo matinal

Ainda que exista quem não seja fã, há até mesmo estudos que comprovam os diversos benefícios do sexo matinal – tanto para o casal quanto para os indivíduos em si, como melhora do humor e disposição durante o dia.

“Esse é ótimo porque já começa o dia com bom humor, pele corada, sorriso no rosto. Costuma ser mais rápido, porém tem seus efeitos durante todo o dia”, diz.

Sexo romântico

Atire a primeira pedra quem não gosta de um sexo cheio de clima, ambientado com velas, mais lentinho e afetuoso. “A vantagem desse é que não tem pressa, as preliminares podem ser mais longas. Se aproveita melhor o momento, tem mais entrega, olho no olho”, afirma a especialista.

Sexo selvagem

Babado, confusão e gritaria. Na mesma proporção que um sexo romântico é gostoso, uma transa selvagem pode deixar lembranças inesquecíveis. Vale lembrar que, com consentimento e segurança, entre quatro paredes vale tudo.

“Esse sexo não tem pudores, certo ou errado, e sempre tem muito tesão e entrega. Você pode se soltar sem se sentir julgado(a) e se entregar totalmente para o prazer”, diz.

Sexo fetichista

Ainda que se trate de um casal baunilha (termo usado no mundo fetichista para denominar pessoas que não são adeptas), é sempre válido tirar um dia para tentar um fetiche que interesse os dois.

 

“Se permitir algo diferente pode ajudar no autoconhecimento e ainda trazer à tona prazeres que a pessoa nem sabia que eram possíveis. A vantagem desse sexo é que te permite ressignificar suas práticas, preconceitos e tabus, e ainda te abre um leque de novas possibilidades de sentir e dar prazer”, explica Tâmara.

Sexo explorador

Uma ideia simples e muito efetiva é, mesmo sem sair de casa, sair da zona de conforto: por que insistir apenas na cama quando a casa tem tantos outros cômodos a serem explorados? Uma máquina de lavar, por exemplo, pode ter mais utilidade que apenas lavar roupas.

“Isso é ótimo para testar novas posições. Depois o casal ainda pode usar isso para criar um repertorio erótico trocando mensagens ou fotos para lembrar do que fizeram”, indica.

Sexo turístico

Para os casais que já exploraram todos os cômodos da casa e querem algo diferente, uma viagem rápida para mudar o pano de fundo da transa pode ser a solução. “A vantagem aqui é que normalmente o lugar, por si só, já proporciona um clima diferente por não ter as distrações da rotina diária”, diz.

Sexo com jogos

Nada melhor para esquentar o relacionamento do que lançar mão de jogos eróticos e brincadeirinhas quentes. Que tal tirar um dia para fazer sexo regado a jogos? “Os jogos eróticos sempre trazem uma pitada de emoção e expectativa por sugerir algo que talvez vocês nunca tenham se permitido”, aponta.

Sexo “escondido”

“Fala baixinho que ninguém pode saber que a gente tá aqui…”. Seja por estar em um lugar mais público ou por ter alguém no quarto ao lado, a adrenalina de uma transa “proibida” pode deixar tudo mais interessante. “Aqui a vantagem é a emoção que dá com o desafio de sentir e dar prazer sem poder fazer muito barulho”, explica.

Sexo de despedida

Quem vive um relacionamento a distância ou vai passar por uma separação momentânea sabe que a última transa antes da despedida tende a tirar o fôlego. “Essa é a oportunidade de você dar o seu melhor para a pessoa sentir saudades”, diz.

Sexo de reencontro

Por outro lado, depois do tempo de distância, quando o casal se reencontra, as chances da coisa pegar fogo são altas. “Aqui a saudade deixa o sexo mais intenso e gostoso. Só vejo vantagens no sexo de reencontro”, finaliza Tâmara.

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Rita Lee de corpo e alma

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“Tudo muda o tempo todo. Aos 73 anos, por exemplo, tenho meus cabelos brancos. Já fui loira, já fui ruiva — que era um sol na cabeça — e agora tenho a lua comigo. Sinto também um vetor da vida que transforma o desejo. Já transei para caramba e, agora, tenho mais ‘tesão na alma’. Um prazer que é despertado por um bom livro, meditação, quando tento me comunicar telepaticamente com irmãos das estrelas, com meus rituais espirituais… Então, mude! Já que não tem jeito mesmo, abrace a mudança. Com essa música, gostaria de dar um upgrade no lado legal, quero viver no arco-íris, na coisa bacana, na pureza, na coragem, na liberdade… apesar desse momento tão escuro que o Brasil enfrenta.”

Rita – 50 anos de carreira no Museu da Imagem e do Som de São Paulo

Seres de luz

“Fiz um pacto com o universo, com o Criador, com os ‘seres de luz’, de que ia segurar a barra de ter um câncer no pulmão. Fiz a radioterapia e agora faço quimioterapia. Os exames estão ótimos. Mas fácil não é. Vi minha mãe passar por isso: quimio, radio… e, há 45 anos, a medicina era muito diferente. Tinha trauma do jeito que ela ficou. Então, quando o médico falou que precisava fazer o tratamento, a primeira coisa que pensei foi: ‘Eu sabia!’. Sabe por quê? Por causa dos sinais que recebi. Sabia que iria acontecer algo. Quantas vezes não disse que teria de pagar algum pedágio da vida? Era um sopro atrás do outro: ‘Pare de fumar. Você fuma desde os 22 anos, pare agora’. Era como uma luz que acendia no fundo da mente. Fora as coisas que me eram esfregadas na cara. Ia ler jornal, e estava lá uma personalidade dizendo que havia parado de fumar. Estava na estrada, parava atrás de um caminhão e estava escrito: ‘Pare de fumar’. Com a pandemia, aquele baixo-astral no mundo, não tem como não ser afetado: passei a fumar o triplo de antes. Tenho essa coisa de católico, de culpa, e continuei a me desrespeitar. E quando o médico falou: ‘Você está com câncer no pulmão’, fechei os olhos e pensei: ‘Danadinhos, sarcásticos’. “

por O Globo

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