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Morre atriz Camilla Amado, aos 82 anos

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Veterana começou a carreira em 1969, na TV Tupi, e participou de diversos trabalhos na televisão. Causa de óbito não foi divulgada.

Camilla Amado morreu neste domingo (6), aos 82 anos de idade, no Rio de Janeiro. A atriz começou a carreira em 1969, na extinta TV Tupi, e participou de diversos trabalhos na televisão. A informação foi confirmada por Stepan Nercessian, com que a artista foi casada por 14 anos. A causa da morte, no entanto, ainda não foi divulgada. 

“Camilla Amado. Artista, Mãe, Mestra. Nós vivemos juntos, brincamos juntos, sorrimos e choramos juntos. Estará sempre junta ao meu coração. Te Amo”, escreveu Nercessian, no Instagram, em legenda de foto com a ex-mulher e os filhos do então casal. 

A atriz nasceu em 7 de agosto de 1938, no Rio de Janeiro. Ela começou a carreira artística, em 1969, na novela Um Gosto Amargo de Festa (TV Tupi). Ao todo, a veterana acumulou quase 40 participações em novelas, programas de humor e séries. 

Em entrevista ao Estadão em setembro de 1998, aos 60 anos, a atriz refletia sobre a vida: “É claro que eu preferia estar fazendo 30 anos, mas tenho preguiça de ser tão inexperiente de novo”. Ela chegou a ser premiada como melhor atriz coadjuvante no IV Festival de Cinema de Gramado, em janeiro de 1976, pela atuação em O Casamento, de Arnaldo Jabor, inspirado na obra de Nelson Rodrigues.

Entre os trabalhos de destaque na TV Globo estão produções como Chico Anysio Show (1982), A Casa das Sete Mulheres (2003), Sítio do Picapau Amarelo (2006), Tapas & Beijos (2014) e Éramos Seis (2019). Na Record TV, ela participou dos sucessos Jesus (2018) e Topíssima (2019). 

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Almir Zarfeg é homenageado duplamente pela Academia Teixeirense de Letras

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Durante a sessão solene da Academia Teixeirense de Letras (ATL), realizada na última sexta-feira (24), às 19h, na Câmara Municipal de Teixeira de Freitas, Almir Zarfeg foi homenageado de maneira dupla: como autor do livro de poemas “Água Preta” e com o título de Presidente de Honra da instituição literária.

O tributo aos 30 anos da 1ª edição de “Água Preta”, livro de estreia de Zarfeg na literatura em 1991, foi conduzido pela acadêmica e professora universitária Arolda Maria Figuerêdo. Ela discorreu sobre as cinco edições que marcaram a história da obra e, também, dedicou uma bela reflexão à poesia zarfeguiana.

“’Água Preta’ é sem dúvida um livro marco, muito importante na vida de Almir Zarfeg. Primeiro, pela penetração e trânsito no mundo das letras. Segundo, por iniciar sua carreira com uma efusiva expressão poética distribuída em cento e um poemas”, argumentou a acadêmica.

Almir Zarfeg e a professora e acadêmica Arolda Maria Figuerêdo

Ela concluiu: “Haja fôlego para acompanhar toda a trajetória desta poesia que sobressai pela oportunidade de se conhecer a projeção desse poeta em franco e próspero crescimento na arte literária. E sua rica contribuição para os anais da Literatura Brasileira”.

Em seguida, em nome da Diretoria Acadêmica, a professora Arolda Maria entregou uma Moção de Aplauso ao poeta e jornalista Almir Zarfeg.

Durante a solenidade, Zarfeg ainda foi homenageado pelo presidente da ATL, Athylla Borborema, com o título de “Presidente de Honra” da instituição literocultural. “Um presidente de honra não se candidata a cargos, mas estará sempre à disposição para colaborar com a diretoria e com os demais membros. Auxiliando e orientando. Enfim, é alguém muito especial. Este alguém, sem dúvida, é o confrade Almir Zarfeg”, pontuou Athylla.

Em seu discurso, Zarfeg afirmou que estava se sentindo muito honrado “pelo reconhecimento por tudo que eu represento para a ATL, por tudo que esta instituição significa para mim. Enfim, há muita reciprocidade envolvida”.

Almir Zarfeg ladeado pelos membros da diretoria da ATL

Como se sabe, Zarfeg é membro efetivo fundador da Cadeira 01, que tem como patrono o saudoso Sady Teixeira Lisboa. Em 2016, o poeta liderou o movimento que culminou com a fundação e instalação da Academia Teixeirense de Letras. Nos quatro anos seguintes, ele presidiu a confraria e entregou conquistas relevantes como o “Prêmio Castro Alves de Literatura” (já na 5ª edição), a antologia “ATL em Verso e Prosa!” (volume 5) e firmou parcerias com a Academia Capixaba de Letras e Artes de Poetas Trovadores (ACLAPT) e com a Federação Brasileira dos Acadêmicos das Ciências, Letras e Artes (FEBACLA).

A fala de Arolda Maria Figuerêdo será utilizada como posfácio na 5ª edição de “Água Preta”, que sairá ainda em 2021 pela Lura Editorial.

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