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Devinho Novaes é detido após promover festa com aglomeração em SE; cantor pede desculpas

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O cantor Devinho Novaes foi detido, na madrugada desta sexta-feira (4), após promover uma festa com aglomeração em Aracaju (SE), o que é proibido por decreto do governo estadual em razão da pandemia do novo coronavírus.

De acordo com a Secretaria de Segurança Pública de Sergipe, cerca de 20 pessoas estavam no local. Segundo a pasta, houve resistência dos participantes e um deles partiu para o enfrentamento à ação policial. Ele foi baleado com munição não letal e levado para um hospital.

Devinho e o grupo foram conduzidos para uma delegacia. O cantor foi liberado depois de assinar um Termo Cirscunstanciado de Ocorrência (TCO).

A assessoria de comunicação de Devinho Novaes alega que o artista foi convidado para uma reunião de um pequeno grupo para comemorar o aniversário de um amigo perto da sua casa e, ao chegar, encontrou cerca de 20 pessoas.

“E logo foi surpreendido com a chegada da polícia que foi fiscalizar o local e interromper a festa. Devinho respeitou e colaborou com o trabalho da Polícia Militar, assinou a advertência e se comprometeu em nao participar de eventos”, afirma a nota.

“O cantor já está em casa desde o início da madrugada e pede desculpas ao público pelo ocorrido. Como artista tem a responsabilidade de seguir os decretos governamentais e incentivar seus fãs”, continua.

Ainda de acordo com a assessoria de imprensa, o cantor “está focado” nos ensaios para as suas próximas lives e participações.

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Rita Lee de corpo e alma

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“Tudo muda o tempo todo. Aos 73 anos, por exemplo, tenho meus cabelos brancos. Já fui loira, já fui ruiva — que era um sol na cabeça — e agora tenho a lua comigo. Sinto também um vetor da vida que transforma o desejo. Já transei para caramba e, agora, tenho mais ‘tesão na alma’. Um prazer que é despertado por um bom livro, meditação, quando tento me comunicar telepaticamente com irmãos das estrelas, com meus rituais espirituais… Então, mude! Já que não tem jeito mesmo, abrace a mudança. Com essa música, gostaria de dar um upgrade no lado legal, quero viver no arco-íris, na coisa bacana, na pureza, na coragem, na liberdade… apesar desse momento tão escuro que o Brasil enfrenta.”

Rita – 50 anos de carreira no Museu da Imagem e do Som de São Paulo

Seres de luz

“Fiz um pacto com o universo, com o Criador, com os ‘seres de luz’, de que ia segurar a barra de ter um câncer no pulmão. Fiz a radioterapia e agora faço quimioterapia. Os exames estão ótimos. Mas fácil não é. Vi minha mãe passar por isso: quimio, radio… e, há 45 anos, a medicina era muito diferente. Tinha trauma do jeito que ela ficou. Então, quando o médico falou que precisava fazer o tratamento, a primeira coisa que pensei foi: ‘Eu sabia!’. Sabe por quê? Por causa dos sinais que recebi. Sabia que iria acontecer algo. Quantas vezes não disse que teria de pagar algum pedágio da vida? Era um sopro atrás do outro: ‘Pare de fumar. Você fuma desde os 22 anos, pare agora’. Era como uma luz que acendia no fundo da mente. Fora as coisas que me eram esfregadas na cara. Ia ler jornal, e estava lá uma personalidade dizendo que havia parado de fumar. Estava na estrada, parava atrás de um caminhão e estava escrito: ‘Pare de fumar’. Com a pandemia, aquele baixo-astral no mundo, não tem como não ser afetado: passei a fumar o triplo de antes. Tenho essa coisa de católico, de culpa, e continuei a me desrespeitar. E quando o médico falou: ‘Você está com câncer no pulmão’, fechei os olhos e pensei: ‘Danadinhos, sarcásticos’. “

por O Globo

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