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Bruno Covas e o DNA político

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Nestes momentos aonde a política mais do que nunca enlameia os nomes que fazem parte dela, Bruno Covas, um jovem político perde a luta para o câncer.

Nos conhecemos na juventude do PSDB, aonde conversamos inúmeras vezes de como mudar o Brasil, o tempo passou… Eu me tornei cético e retirei-me do PSDB e da política. Mas todos nós da Juventude do PSDB tínhamos a certeza de que Bruno tinha um grande futuro pela frente, seria apenas uma questão de tempo para ele chegar no Palácio Bandeirantes(Sede do governo do Estado de São Paulo), quiçá voos mais altos.

Bruno continuou na vida política, perdeu a sua única eleição, quando foi candidato a vice de Raul Christiano em Santos. Após isso ganhou eleições e experiência elegendo-se deputado estadual, deputado federal, vice prefeito do Dória e finalmente eleição a Prefeito de São Paulo.

Bruno Covas sempre foi dedicado a causa pública… Afinal não poderia ser diferente, continha Bruno o mesmíssimo DNA de Mário Covas que certa vez a mim em uma conversa repetiu a frase de Aristóteles.

“Levar a vida política é a realização de um homem digno”.

Bruno e Mário Covas foram políticos na melhor acepção da palavra, governaram com maestria e dever público e ambos. Afinal, quantos governantes colocaram a cama na prefeitura para trabalhar em meio ao recrudescimento da pandemia de covid?

O câncer silencia uma voz importante de um político que acreditava e defendia um estado moderno e acima de tudo, uma governante que se importava com as pessoas. Apesar dos seus 41 anos de idade. Bruno deixa um legado importante tanto as velhas raposas quanto aos jovens que estão entrando na política. Que é possível sim, fazer um bom governo sem corrupção. Que é possível cuidar das pessoas da periferia sem assistencialismo populista. Ou seja, que o Brasil pode muito mais.

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Almir Zarfeg é homenageado duplamente pela Academia Teixeirense de Letras

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Durante a sessão solene da Academia Teixeirense de Letras (ATL), realizada na última sexta-feira (24), às 19h, na Câmara Municipal de Teixeira de Freitas, Almir Zarfeg foi homenageado de maneira dupla: como autor do livro de poemas “Água Preta” e com o título de Presidente de Honra da instituição literária.

O tributo aos 30 anos da 1ª edição de “Água Preta”, livro de estreia de Zarfeg na literatura em 1991, foi conduzido pela acadêmica e professora universitária Arolda Maria Figuerêdo. Ela discorreu sobre as cinco edições que marcaram a história da obra e, também, dedicou uma bela reflexão à poesia zarfeguiana.

“’Água Preta’ é sem dúvida um livro marco, muito importante na vida de Almir Zarfeg. Primeiro, pela penetração e trânsito no mundo das letras. Segundo, por iniciar sua carreira com uma efusiva expressão poética distribuída em cento e um poemas”, argumentou a acadêmica.

Almir Zarfeg e a professora e acadêmica Arolda Maria Figuerêdo

Ela concluiu: “Haja fôlego para acompanhar toda a trajetória desta poesia que sobressai pela oportunidade de se conhecer a projeção desse poeta em franco e próspero crescimento na arte literária. E sua rica contribuição para os anais da Literatura Brasileira”.

Em seguida, em nome da Diretoria Acadêmica, a professora Arolda Maria entregou uma Moção de Aplauso ao poeta e jornalista Almir Zarfeg.

Durante a solenidade, Zarfeg ainda foi homenageado pelo presidente da ATL, Athylla Borborema, com o título de “Presidente de Honra” da instituição literocultural. “Um presidente de honra não se candidata a cargos, mas estará sempre à disposição para colaborar com a diretoria e com os demais membros. Auxiliando e orientando. Enfim, é alguém muito especial. Este alguém, sem dúvida, é o confrade Almir Zarfeg”, pontuou Athylla.

Em seu discurso, Zarfeg afirmou que estava se sentindo muito honrado “pelo reconhecimento por tudo que eu represento para a ATL, por tudo que esta instituição significa para mim. Enfim, há muita reciprocidade envolvida”.

Almir Zarfeg ladeado pelos membros da diretoria da ATL

Como se sabe, Zarfeg é membro efetivo fundador da Cadeira 01, que tem como patrono o saudoso Sady Teixeira Lisboa. Em 2016, o poeta liderou o movimento que culminou com a fundação e instalação da Academia Teixeirense de Letras. Nos quatro anos seguintes, ele presidiu a confraria e entregou conquistas relevantes como o “Prêmio Castro Alves de Literatura” (já na 5ª edição), a antologia “ATL em Verso e Prosa!” (volume 5) e firmou parcerias com a Academia Capixaba de Letras e Artes de Poetas Trovadores (ACLAPT) e com a Federação Brasileira dos Acadêmicos das Ciências, Letras e Artes (FEBACLA).

A fala de Arolda Maria Figuerêdo será utilizada como posfácio na 5ª edição de “Água Preta”, que sairá ainda em 2021 pela Lura Editorial.

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