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Caso Henry Borel: Vereador e mãe do garoto são presos no Rio de Janeiro

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O vereador carioca Dr. Jairinho (Solidariedade) e Monique Medeiros, mãe do menino Henry Borel, morto em 8 de março, foram presos na manhça desta quinta-feira pela Polícia Civil do Rio. Segundo informações do G1, investigadores apontam que a criança de 4 anos foi assassinada.

Policiais descobriram que o vereador agredia o menino com chutes e golpes na cabeça e que Monique sabia disso pelo menos desde fevereiro.

Além do assassinato, o casal também é suspeito de atrapalhar as investigações e de ameaçar testemunhas para combinar versões. Os mandados foram expedidos nesta quarta-feira (7) pelo 2º Tribunal do Júri da Capital. A prisão é temporária, por 30 dias.

Provas técnicas obtidas pelos investigadores e depoimentos de pelo menos 18 testemunhas descartaram a hipótese de que a criança tenha morrido em um acidente. versão sustentada pelo casal.

Dados extraídos dos telefones celulares do casal formaram um conjunto de elementos para embasar o pedido de prisão feito pelo delegado Henrique Damasceno, que comanda as investigações. Os policiais descobriram ainda que, após o início das investigações, o casal apagou conversas de seus telefones celulares. Suspeitam, inclusive, que eles tenham trocado de aparelho.

Os investigadores apontam ainda que, há pelo menos 2 dias, o casal não dormia nas casas de seus familiares em Bangu, Zona Oeste do Rio, como estava acontecendo desde a morte do garoto.

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Sociedade

Almir Zarfeg é homenageado duplamente pela Academia Teixeirense de Letras

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Durante a sessão solene da Academia Teixeirense de Letras (ATL), realizada na última sexta-feira (24), às 19h, na Câmara Municipal de Teixeira de Freitas, Almir Zarfeg foi homenageado de maneira dupla: como autor do livro de poemas “Água Preta” e com o título de Presidente de Honra da instituição literária.

O tributo aos 30 anos da 1ª edição de “Água Preta”, livro de estreia de Zarfeg na literatura em 1991, foi conduzido pela acadêmica e professora universitária Arolda Maria Figuerêdo. Ela discorreu sobre as cinco edições que marcaram a história da obra e, também, dedicou uma bela reflexão à poesia zarfeguiana.

“’Água Preta’ é sem dúvida um livro marco, muito importante na vida de Almir Zarfeg. Primeiro, pela penetração e trânsito no mundo das letras. Segundo, por iniciar sua carreira com uma efusiva expressão poética distribuída em cento e um poemas”, argumentou a acadêmica.

Almir Zarfeg e a professora e acadêmica Arolda Maria Figuerêdo

Ela concluiu: “Haja fôlego para acompanhar toda a trajetória desta poesia que sobressai pela oportunidade de se conhecer a projeção desse poeta em franco e próspero crescimento na arte literária. E sua rica contribuição para os anais da Literatura Brasileira”.

Em seguida, em nome da Diretoria Acadêmica, a professora Arolda Maria entregou uma Moção de Aplauso ao poeta e jornalista Almir Zarfeg.

Durante a solenidade, Zarfeg ainda foi homenageado pelo presidente da ATL, Athylla Borborema, com o título de “Presidente de Honra” da instituição literocultural. “Um presidente de honra não se candidata a cargos, mas estará sempre à disposição para colaborar com a diretoria e com os demais membros. Auxiliando e orientando. Enfim, é alguém muito especial. Este alguém, sem dúvida, é o confrade Almir Zarfeg”, pontuou Athylla.

Em seu discurso, Zarfeg afirmou que estava se sentindo muito honrado “pelo reconhecimento por tudo que eu represento para a ATL, por tudo que esta instituição significa para mim. Enfim, há muita reciprocidade envolvida”.

Almir Zarfeg ladeado pelos membros da diretoria da ATL

Como se sabe, Zarfeg é membro efetivo fundador da Cadeira 01, que tem como patrono o saudoso Sady Teixeira Lisboa. Em 2016, o poeta liderou o movimento que culminou com a fundação e instalação da Academia Teixeirense de Letras. Nos quatro anos seguintes, ele presidiu a confraria e entregou conquistas relevantes como o “Prêmio Castro Alves de Literatura” (já na 5ª edição), a antologia “ATL em Verso e Prosa!” (volume 5) e firmou parcerias com a Academia Capixaba de Letras e Artes de Poetas Trovadores (ACLAPT) e com a Federação Brasileira dos Acadêmicos das Ciências, Letras e Artes (FEBACLA).

A fala de Arolda Maria Figuerêdo será utilizada como posfácio na 5ª edição de “Água Preta”, que sairá ainda em 2021 pela Lura Editorial.

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