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Porto Seguro

8°BPM promove operação durante festejos juninos

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Nesta quarta-feira (23), o 8°BPM inicia a “Operação São João” nos três municípios que compõem a faixa litorânea da Costa do Descobrimento; Porto Seguro, Santa Cruz Cabrália e Belmonte.

O principal objetivo da operação é garantir a redução dos índices de criminalidade, intensificando a presença da polícia. Também, a ocasião será marcada por ações preventivas voltadas à fiscalização do cumprimento do Decreto Estadual, visando conter o avanço dos casos de Covid 19, bem como as proibições de venda de bebidas alcoólicas, festa e aglomerações.

Vale ressaltar que, além do efetivo da Unidade, a operação contará com o apoio de guarnições da CIPPA/Porto Seguro e da CIPT-Sul (RONDESP). Ao todo cerca de 80 Policiais Militares serão empregados, durante os próximos cinco dias de operação.

“PMBA, uma Força a serviço do cidadão!”

ASCOM/8° BPM

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Porto Seguro

MPF abre inquéritos contra ex-prefeita Cláudia Oliveira

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A ex-prefeita de Porto Seguro, na Costa do Descobrimento, Cláudia Oliveira, virou alvo de três inquéritos do Ministério Público Federal (MPF) na Bahia. Os casos se referem ao ano de 2016 e estão ligados a contratos da prefeitura investigados pela Operação Fraternos, da Polícia Federal (PF).

Deflagrada no dia 7 de novembro de 2017, a ação chegou a prender e afastar Cláudia Oliveira; além do marido então prefeito de Eunápolis, Robério Oliveira. O irmão da ex-gestora e prefeito de Santa Cruz Cabrália, Agnelo Santos, também foi afastado à época.

Os inquéritos vão investigar as contratações das empresas HN CONST. CIVIL, TERRAPLANAGEM E LOC. LTDA, COMERCIAL DE ALIMENTOS BURANHÉM LTDA e ÉBANO DERIVADOS DE PETRÓLEO LTDA. Os inquéritos ficam sob responsabilidade do procurador Andre Sampaio Viana.

Deflagrada em conjunto com a Controladoria Geral da União (CGU), a operação apurou que as prefeituras contratavam empresas com ligação com o grupo familiar para fraudar licitações, simulando a concorrência entre elas.

Ainda segundo a PF, após a contratação, parte do dinheiro repassado pelas gestões era desviado, utilizando-se de “contas de passagem” em nomes de terceiros, de forma a dificultar a identificação do destinatário final dos valores arrecadados. 

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