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Porto Seguro

Polícia Militar recupera objetos furtados logo após o crime

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A polícia militar foi acionada na manhã dessa segunda-feira (21) para verificar um furto que ocorreu em Santa Cruz Cabrália, no Posto de Saúde localizado em Aldeia Nina. De acordo com a denuncia feita, um homem havia invadido o local e levado alguns materiais.

Contando com ajuda de informações dadas por populares, o 8°BMP conseguiu achar o endereço onde o suspeito estava. Após a abordagem, os policiais recuperaram os objetos furtados, os quais eram materiais de informática.

No local foram encontrados 6 monitores, 6 estabilizadores, 5 teclados, 1 roteador wi-fi e 1 hub switch. O suspeito não foi encontrado, mas uma adolescente que estava no local, foi conduzida e os objetos, apreendidos, depois, apresentados à autoridade competente.


“PMBA, uma Força a serviço do cidadão!”

ASCOM/8° BPM

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Porto Seguro

MPF abre inquéritos contra ex-prefeita Cláudia Oliveira

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A ex-prefeita de Porto Seguro, na Costa do Descobrimento, Cláudia Oliveira, virou alvo de três inquéritos do Ministério Público Federal (MPF) na Bahia. Os casos se referem ao ano de 2016 e estão ligados a contratos da prefeitura investigados pela Operação Fraternos, da Polícia Federal (PF).

Deflagrada no dia 7 de novembro de 2017, a ação chegou a prender e afastar Cláudia Oliveira; além do marido então prefeito de Eunápolis, Robério Oliveira. O irmão da ex-gestora e prefeito de Santa Cruz Cabrália, Agnelo Santos, também foi afastado à época.

Os inquéritos vão investigar as contratações das empresas HN CONST. CIVIL, TERRAPLANAGEM E LOC. LTDA, COMERCIAL DE ALIMENTOS BURANHÉM LTDA e ÉBANO DERIVADOS DE PETRÓLEO LTDA. Os inquéritos ficam sob responsabilidade do procurador Andre Sampaio Viana.

Deflagrada em conjunto com a Controladoria Geral da União (CGU), a operação apurou que as prefeituras contratavam empresas com ligação com o grupo familiar para fraudar licitações, simulando a concorrência entre elas.

Ainda segundo a PF, após a contratação, parte do dinheiro repassado pelas gestões era desviado, utilizando-se de “contas de passagem” em nomes de terceiros, de forma a dificultar a identificação do destinatário final dos valores arrecadados. 

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