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Tóquio 2020 não insistirá em espectadores “a qualquer preço”

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Os organizadores da Olimpíada de Tóquio não insistirão em permitir a presença de espectadores “a qualquer preço”, disse Seiko Hashimoto, chefe do comitê organizador dos Jogos, nesta sexta-feira (2) em meio a preocupações com uma nova onda de infecções por covid-19 três semanas antes do início do grande espetáculo esportivo.

Pesquisas mostram que muitos japoneses se opõem à realização da Olimpíada, dados os alertas de especialistas de saúde de que o evento pode desencadear outra onda de infecções. Adiados em um ano devido à pandemia, os Jogos devem começar em 23 de julho.

“Não é que queiramos organizar a Olimpíada com espectadores a qualquer preço”, disse a presidente do comitê organizador da Tóquio 2020, Seiko Hashimoto, em uma coletiva de imprensa.

Ela disse que os organizadores querem seguir adiante com os preparativos para garantir que o evento aconteça de uma “forma segura e protegida” que restauraria a confiança do público.

Tendo decidido proibir espectadores estrangeiros, os organizadores limitaram o número de espectadores domésticos a 10 mil por local de competição, ou 50% da capacidade, apesar de especialistas médicos dizerem que a ausência de espectadores seria a opção “menos arriscada”.

Na quinta-feira (1º), o primeiro-ministro Yoshihide Suga disse que não ter espectadores continua sendo uma “possibilidade”, e nesta sexta-feira a governadora de Tóquio, Yuriko Koike, dando sua primeira coletiva de imprensa desde que saiu do hospital, onde foi tratada de exaustão, também disse que barrar espectadores será uma opção se a pandemia piorar.

A decisão sobre espectadores será tomada em conversas de cinco partes que incluirão a governadora de Tóquio e o chefe do Comitê Olímpico Internacional (COI), disseram autoridades. A agência de notícias Kyodo disse que as conversas acontecerão no dia 8 de julho.

Colocando de escanteio os temores de que a Olimpíada possa se tornar um evento “superdisseminador”, Sebastian Coe, presidente da World Athletics e membro do COI, disse ao canal CNBC nesta quinta-feira (1º) que os Jogos “irão adiante, e deveriam ir adiante”.

Mas o torneio de futebol Euro 2020 – que foi acusado nesta semana por uma disparada de casos de covid-19 devido à presença de torcedores em estádios, bares e zonas de espectadores em toda a Europa – provavelmente aumentará ainda mais as preocupações no Japão, que soma mais de 796.800 casos e mais de 14.770 mortes decorrentes da covid-19 desde o início da pandemia.

* Reportagem adicional de Linda Sieg

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Ataque em discoteca deixa cinco mortos na Colômbia

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Cinco pessoas morreram em 11 ficaram feridas em um ataque contra uma discoteca no Sudoeste da Colômbia na madrugada deste domingo, um ato que teria sido realizado por dissidentes das Farc, as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia.

De acordo com o Exército, o ataque ocorreu na cidade de Tumaco, no distrito de Nariño, quando homens armados  “chegaram ao estabelecimento em um veículo, efetuando vários disparos de forma indiscriminada”. As Informações de Jornal O Globo.

Militares patrulham área do município colombiano de Tumaco Foto: RAUL ARBOLEDA / AFP

Os militares afirmam ainda que a ação foi realizada por uma dissidência das Farc conhecida como coluna Urías Rendón, e autoridades locais dizem que os confrontos na área se intensificaram nos últimos meses — a prefeita da cidade, María Emilsen Angulo, denunciou que homens armados estão provocando “caos, pânico e intranquilidade aos cidadãos”. No Twitter, o governador de Nariño, Jhon Rojas, afirmou que “a situação de grupos à margem da Lei supera a capacidade [de ação] das autoridades em Nariño”.

Localizada perto da fronteira com o Equador e com o segundo maior porto colombiano no Pacífico, Tumaco tem a segunda maior área cultivada com plantas de coca do país, cerca de 9,8 mil hectares, e é alvo de atuação de vários grupos armados, incluindo algumas dissidências das Farc, como a Frente Óliver Sinisterra e os Contadores.

Por Jornal O Globo

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