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ORIENTE MÉDIO – Chega a 212 o número de palestinos mortos

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Entre os israelenses, dez perderam a vida. Apesar dos apelos internacionais confrontos se intensificam.

Chegou a 212 o número de palestinos mortos nos confrontos dos grupos extremistas Hamas e Jihad Islâmica com o exército de Israel. Entre os israelenses, dez perderam a vida.

As forças armadas israelenses bombardearam intensamente a Faixa de Gaza no 8º dia do conflito. Os funerais, se repetem, um atrás do outro.

Um palestino disse que o bombardeio começou de madrugada: “Deviam atingir quem os ataca, não as pessoas pobres que dormem em suas casas”.

O primeiro-ministro palestino, Mohamed Shtayyeh, quer uma resolução da Assembleia Geral da ONU, onde nenhum país tem poder de veto, para parar os ataques israelenses.

Andrea Sasse, do Ministério de Relações Exteriores da Alemanha, disse que o Hamas é considerado uma organização terrorista na União Europeia e que os eventos dos últimos dias mostraram, novamente, o motivo.

No domingo (16), o Papa Francisco voltou a pedir a paz na região e a afirmar que a morte de crianças é inaceitável.

Nesta segunda-feira (17), o presidente da Turquia, Tayyip Erdogan telefonou ao Papa Francisco para pedir apoio a sanções internacionais contra Israel.

O Vaticano defende a solução de dois Estados, um de Israel e outro da Palestina, e a divisão de Jerusalém.

O presidente americano, Joe Biden, disse nesta segunda-feira (17), por telefone, ao primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, que é favorável a um cessar-fogo nos confrontos entre israelenses e palestnos.

Até agora, Biden só havia manifestado apoio ao direito de Israel de se defender dos ataques de foguetes de militantes palestinos.

Informações por TV Globo

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Caos e revolta na chegada de haitianos a aeroporto deportados dos EUA

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Imagens de vídeo registradas no aeroporto mostram pessoas lutando para pegar seus pertences pessoais depois que as bagagens foram jogadas de dentro do avião oriundo dos EUA. Há relatos de que alguns migrantes não foram informados de que seriam enviados de volta ao Haiti.

De acordo com um comunicado divulgado pelo Departamento de Segurança Interna dos EUA, houve dois incidentes relacionados aos voos que levaram os haitianos de volta.

A emissora de televisão NBC News apurou que os pilotos de um dos voos foram agredidos na chegada ao Haiti e que três oficiais da imigração dos EUA também ficaram feridos.

Pessoas buscam seus pertences em aeroporto haitiano
Legenda da foto,Pertences dos deportados foram jogados da aeronave que os trouxe dos EUA

Em um incidente separado no estado americano do Texas, um grupo de haitianos teria lutado contra guardas de fronteira do governo dos EUA e tentado escapar após perceber que seriam deportados. Eles estavam sendo transportados em um ônibus da cidade de Brownsville para Del Rio.

“Quando os migrantes descobriram que seriam enviados de volta ao Haiti, tomaram o ônibus e fugiram”, disse Brandon Judd, presidente do Conselho Nacional de Patrulha de Fronteira.

A deportação de migrantes foi criticada pela Partners In Health, ONG que atua no país.

“Durante um período desafiador e perigoso para o Haiti, é inconcebível e cruel mandar homens, mulheres e crianças de volta para o que muitos deles nem mesmo chamam mais de ‘casa’.”

Muitos haitianos deixaram o país após um terremoto devastador em 2010, e um grande número dos que estavam no campo vivia no Brasil ou em outros países da América do Sul e viajou para o norte depois de não conseguirem encontrar empregos ou situação legal.

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