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Secretário de Turismo discute com trade medidas para a retomada

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Medidas para impulsionar as atividades turísticas da Bahia na retomada foram discutidas entre o secretário estadual do Turismo, Maurício Bacelar, e lideranças do trade, no Fiesta Convention. O debate teve como base os tópicos de um documento assinado pelas principais entidades ligadas ao segmento e encaminhado a Bacelar.  

Um dos setores mais impactados pela pandemia do novo coronavírus, o turismo teve suas atividades restringidas com as medidas adotadas pelo Governo do Estado para o enfrentamento. “Tivemos índices de infecção bem menores que os de outros estados, e isto mostra que, tanto na primeira como na segunda onda, as medidas foram acertadas”, explicou Maurício Bacelar.   

Como exemplo ele citou o São João deste ano que, graças aos decretos proibindo aglomerações, não registrou grande aumento nos quadros de infecção. 

secretário estadual do Turismo, Maurício Bacelar, e lideranças do trade, no Fiesta Convention.

O secretário pontuou também que o diálogo entre o Governo do Estado e o trade está aberto e que ele é um interlocutor, lembrando que um dos seus primeiros atos ao assumir a titularidade da Secretaria de Turismo da Bahia (Setur) foi reunir-se com suas lideranças. “O diálogo está aberto para encontrarmos respostas às nossas questões”, disse Bacelar.  

O secretário de Turismo de Salvador, Fábio Mota, participou do encontro e destacou a sintonia entre as secretarias estadual e municipal de turismo no combate à pandemia e em projetos para o incremento do setor em Salvador. “O turismo é uma atividade pública e temos de trabalhar juntos para construir uma agenda, pois estamos convictos de que haverá uma reabertura no segundo semestre e temos de ser rápidos”, afirmou.  

No encontro foram discutidos também tópicos como estratégias e planejamentos para a retomada; investimentos para o setor; toque de recolher; venda de bebidas alcoólicas; parcelamentos de dívidas de água e energia elétrica; criação de linhas de crédito; prospecção e regionalização de voos; comunicação e marketing para promoção de destinos; participação em feiras internacionais; qualificação de mão de obra; infraestrutura turística; conservação de equipamentos e projetos para o Centro Histórico de Salvador.  

secretário estadual do Turismo, Maurício Bacelar – Trade Turístico – Foto Tatiana Azeviche

Intermediadora dos debates, a presidente da Associação Brasileira de Agências de Viagens – Abav-BA, Ângela Carvalho, destacou a importância de se voltar a investir na marca Bahia, lembrando o sucesso de slogans antigos como “Bahia, Terra da Felicidade”.  

Participaram também do encontro representantes de entidades como Associação Brasileira da Indústria de Hotéis – Abih-BA; Associação Brasileira de Bares e Restaurantes – Abrasel-BA; Associação Baiana de Receptivo – Abre; Federação Baiana de Turismo e Hospitalidade – Fetur; Brasil  Convention & Visitors Bureau; Salvador Destination; Conselho Baiano de Turismo –CBTur; Sindicato de Turismo da Bahia – Sindetur; Sindicato das Locadoras de Veículos – Sindloc-BA e Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo – Abrajet, entre outras.  

Ascom Setur

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Produção agrícola em 2020 bate novo recorde e atinge R$ 470,5 bilhões

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O valor da produção agrícola do país em 2020 bateu novo recorde e atingiu R$ 470,5 bilhões, 30,4% a mais do que em 2019. A produção agrícola nacional de cereais, leguminosas e oleaginosas chegou, no ano passado, a 255,4 milhões de toneladas, 5% maior que a de 2019, e a área plantada totalizou 83,4 milhões de hectares, 2,7% superior à de 2019.

Os dados constam da publicação Produção Agrícola Municipal (PAM) 2020, divulgada hoje (22) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

“Com a valorização do dólar frente ao real, houve também um crescimento na demanda externa desses produtos, o que causou impacto direto nos preços das principais commodities, que apresentaram significativo aumento ao longo do ano. Como resultado, os dez principais produtos agrícolas, em 2020, apresentaram expressivo crescimento no valor de produção, na comparação com o ano anterior”, explicou o IBGE.

A cultura agrícola que mais contribuiu para a safra 2020 foi a soja, principal produto da pauta de exportação nacional, com produção de 121,8 milhões de toneladas, gerando R$ 169,1 bilhões, 35% acima do valor de produção desta cultura em 2019.

Em segundo lugar no ranking de valor, veio o milho, cujo valor de produção chegou a R$ 73,949 bilhões, com alta de 55,4% ante 2019. Pela primeira vez desde 2008, o valor de produção do milho superou o da cana-de-açúcar (R$ 60,8 bilhões), que caiu para a terceira posição. A produção de milho cresceu 2,8%, atingindo novo recorde: 104 milhões de toneladas.

O café foi o quarto produto em valor de produção, atingindo R$ 27,3 bilhões, uma alta de 54,4% frente ao valor de 2019. Já a produção de café chegou a 3,7 milhões de toneladas, com alta de 22,9% em relação ao ano anterior, mantendo o Brasil como maior produtor mundial.

No ano passado, Mato Grosso foi o maior produtor de cereais, leguminosas e oleaginosas do país, seguido pelo Paraná, por Goiás e o Rio Grande do Sul.

Em relação ao valor da produção, Mato Grosso, destaque nacional na produção de soja, milho e algodão, continua na primeira posição no ranking, aumentando sua participação nacional para 16,8%, novamente à frente de São Paulo, destaque no cultivo da cana-de-açúcar. O Paraná, maior produtor nacional de trigo e segundo de soja e milho, ocupou, em 2020, a terceira posição em valor de produção, à frente de Minas Gerais, destaque na produção de café.

“O Rio Grande do Sul, que teve a produtividade de boa parte das culturas de verão afetadas pela estiagem prolongada no início de 2020, apresentou retração de 6,9% no valor de produção agrícola, caindo para a quinta posição no ranking, com participação nacional de 8,1%”, informou o IBGE,

Os 50 municípios com os maiores valores de produção agrícola do país concentram 22,7% (ou R$ 106,9 bilhões) do valor total da produção agrícola nacional. Desses 50 municípios, 20 eram de Mato Grosso, seis da Bahia e seis de Mato Grosso do Sul.

Sorriso (MT) manteve a liderança entre os municípios com maior valor de produção: R$ 5,3 bilhões, ou 1,1% do valor de produção agrícola do país. Em seguida, vieram São Desidério (BA), com R$ 4,6 bilhões, e Sapezal (MT) com R$ 4,3 bilhões.

Edição: Graça Adjuto

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