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O conselho de administração da Arezzo aprovou nesta sexta-feira o acordo para a aquisição pela sua controlada ZZAB da empresa de moda BAW Clothing por R$ 105 milhões em dinheiro e ações, segundo a ata da reunião enviada à Comissão de Valores Mobiliários (CVM). As atividades da BAW incluem modelagem, confecção, industrialização e comércio de roupascalçadosbolsasacessórios e vestuário.

Luciano Hang, dono da Havan, anunciou, por meio das suas redes sociais, que a varejista vai patrocinar a Copa América 2021. Os direitos de transmissão são do SBT. O anúncio foi feito depois que uma série de empresas desistiram de associar suas marcas ao campeonato, por causa da pandemia de Covid-19, incluindo MastercardAmbev e a fabricante de bebidas Diageo.

Os voos comerciais já enfrentam a concorrência dos trens de alta velocidade em algumas partes do mundo. Mas, agora, o presidente-executivo da Avolon, Domhnal Slattery, afirma que a próxima etapa da disputa por passageiros será no céu, depois do investimento de US$ 2 bilhões de sua empresa em “carros voadores“.

Companhia irlandesa de aluguel de aviões, a Avolon está na lista de clientes que esperam pelas aeronaves de decolagem e pouso vertical (eVolt) que estão sendo desenvolvidas pela Vertical Aerospace, da Inglaterra.

As autoridades de Taiwan estão preocupadas com a possibilidade de um surto grave de Covid-19 comprometer seu papel crucial na cadeia global de suprimentos de semicondutores. Mas há outra ameaça à indústria que os especialistas temem que possa ter consequências ainda mais drásticas: a crise climática.

Responsável por mais da metade da produção mundial de chips, Taiwan sofre há meses com sua pior seca em mais de 50 anos. Fabricantes em todo o mundo já tiveram problemas para garantir suprimentos de semicondutores, atrasando a produção e entrega de mercadorias. Se Taiwan for duramente atingida, a situação pode piorar.

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Produção agrícola em 2020 bate novo recorde e atinge R$ 470,5 bilhões

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O valor da produção agrícola do país em 2020 bateu novo recorde e atingiu R$ 470,5 bilhões, 30,4% a mais do que em 2019. A produção agrícola nacional de cereais, leguminosas e oleaginosas chegou, no ano passado, a 255,4 milhões de toneladas, 5% maior que a de 2019, e a área plantada totalizou 83,4 milhões de hectares, 2,7% superior à de 2019.

Os dados constam da publicação Produção Agrícola Municipal (PAM) 2020, divulgada hoje (22) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

“Com a valorização do dólar frente ao real, houve também um crescimento na demanda externa desses produtos, o que causou impacto direto nos preços das principais commodities, que apresentaram significativo aumento ao longo do ano. Como resultado, os dez principais produtos agrícolas, em 2020, apresentaram expressivo crescimento no valor de produção, na comparação com o ano anterior”, explicou o IBGE.

A cultura agrícola que mais contribuiu para a safra 2020 foi a soja, principal produto da pauta de exportação nacional, com produção de 121,8 milhões de toneladas, gerando R$ 169,1 bilhões, 35% acima do valor de produção desta cultura em 2019.

Em segundo lugar no ranking de valor, veio o milho, cujo valor de produção chegou a R$ 73,949 bilhões, com alta de 55,4% ante 2019. Pela primeira vez desde 2008, o valor de produção do milho superou o da cana-de-açúcar (R$ 60,8 bilhões), que caiu para a terceira posição. A produção de milho cresceu 2,8%, atingindo novo recorde: 104 milhões de toneladas.

O café foi o quarto produto em valor de produção, atingindo R$ 27,3 bilhões, uma alta de 54,4% frente ao valor de 2019. Já a produção de café chegou a 3,7 milhões de toneladas, com alta de 22,9% em relação ao ano anterior, mantendo o Brasil como maior produtor mundial.

No ano passado, Mato Grosso foi o maior produtor de cereais, leguminosas e oleaginosas do país, seguido pelo Paraná, por Goiás e o Rio Grande do Sul.

Em relação ao valor da produção, Mato Grosso, destaque nacional na produção de soja, milho e algodão, continua na primeira posição no ranking, aumentando sua participação nacional para 16,8%, novamente à frente de São Paulo, destaque no cultivo da cana-de-açúcar. O Paraná, maior produtor nacional de trigo e segundo de soja e milho, ocupou, em 2020, a terceira posição em valor de produção, à frente de Minas Gerais, destaque na produção de café.

“O Rio Grande do Sul, que teve a produtividade de boa parte das culturas de verão afetadas pela estiagem prolongada no início de 2020, apresentou retração de 6,9% no valor de produção agrícola, caindo para a quinta posição no ranking, com participação nacional de 8,1%”, informou o IBGE,

Os 50 municípios com os maiores valores de produção agrícola do país concentram 22,7% (ou R$ 106,9 bilhões) do valor total da produção agrícola nacional. Desses 50 municípios, 20 eram de Mato Grosso, seis da Bahia e seis de Mato Grosso do Sul.

Sorriso (MT) manteve a liderança entre os municípios com maior valor de produção: R$ 5,3 bilhões, ou 1,1% do valor de produção agrícola do país. Em seguida, vieram São Desidério (BA), com R$ 4,6 bilhões, e Sapezal (MT) com R$ 4,3 bilhões.

Edição: Graça Adjuto

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