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Economia

Vendas no varejo devem crescer 2% entre maio e julho

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O varejo passa por um momento extremamente desafiador. As vendas apresentaram a famosa “recuperação em V”. Agora, a curva se parece com o símbolo de raiz quadrada, com as vendas estagnadas no mesmo patamar desde dezembro do ano passado. 

O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulga os números oficiais do desempenho do varejo. O último levantamento divulgado foi o de março deste ano, quando as vendas do varejo caíram 0,6% em relação ao mês anterior. Mais cedo, em fevereiro, as vendas subiram 0,6% na comparação com janeiro. Ou seja, o comércio está praticamente no zero a zero nos últimos meses.

Porém, uma projeção do Ibevar (Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo e Mercado de Consumo) mostra que o varejo deve começar uma curva ascendente. Um levantamento enviado com exclusividade para o CNN Brasil Business mostra que o varejo deve crescer 0,93% em maio na comparação com as vendas de abril e 2% entre maio e julho. A estimativa cabe para o varejo restrito, que desconsidera veículos, autopeças e materiais de construção.

Por CNN Brasil

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Economia

Brasileiro precisou de 14 dias de trabalho no mês de agosto para comprar produtos da cesta básica

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O salário mínimo no Brasil deveria ter sido de R$ 5.583,90 em agosto. A conclusão é do Dieese, o Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos.

É um pouco mais de 5 vezes o valor do piso nacional em vigor, que é de mil e 100 reais.

O valor ideal estimado em agosto é maior do que o salário ideal estimado em julho, que foi de R$ 5.518,79

Todos os meses, o Dieese faz essa estimativa de quanto deveria ser o salário mínimo para bancar a moradia, a alimentação, a educação, a saúde, o lazer, o vestuário, a higiene, o transporte e a Previdência Social do trabalhador e de sua família – considerando uma família de 4 pessoas, dois adultos e duas crianças. São necessidades tidas como básicas na Constituição Federal.

Para o cálculo, o órgão considera o valor da cesta básica mais cara entre 17 capitais pesquisadas.

No mês passado, os preços do conjunto de alimentos básicos tiveram alta em 13 das 17 capitais pesquisadas e a cesta mais cara foi registrada em Porto Alegre: R$ 664,67

Todo mês, o Dieese também estima o tempo médio que o brasileiro precisa trabalhar para comprar os produtos da cesta. 

Em agosto, o tempo médio de trabalho nas 17 capitais apenas para comprar produtos básicos para o mês foi de 113 horas e 49 minutos.

Considerando uma jornada diária de 8 horas de trabalho, dá para dizer que são necessários 14 dias, 1 hora e 49 minutos de trabalho apenas para comprar produtos da cesta básica de alimentos.

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