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Economia

Nike diz que rompeu com Neymar devido a investigação de agressão sexual

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A gigante americana de roupas esportivas Nike diz que parou de trabalhar com o jogador de futebol brasileiro Neymar porque ele “se recusou a cooperar em uma investigação de boa fé” sobre uma alegação de agressão sexual contra um funcionário.

O suposto incidente aconteceu em 2016 e foi relatado à Nike em 2018.

A Nike disse que sua investigação foi inconclusiva.

Uma porta-voz de Neymar disse que ele negou a agressão sexual e se separou da Nike no ano passado por motivos comerciais.

“Neymar Jr vai se defender vigorosamente contra esses ataques infundados caso alguma reclamação seja apresentada, o que não aconteceu até agora” , disse ela ao jornal Wall Street Journal (WSJ), que divulgou a notícia pela primeira vez.

A Nike se separou de Neymar em agosto de 2020, encerrando um de seus acordos de patrocínio de maior visibilidade. A empresa não deu motivos para a cisão na época.

Em seu comunicado na quinta-feira, ele disse: “Seria impróprio para a Nike fazer uma declaração acusatória sem ser capaz de fornecer fatos de apoio.”

Mas acrescentou: “A Nike encerrou seu relacionamento com o atleta porque ele se recusou a cooperar em uma investigação de boa fé de alegações confiáveis ​​de irregularidades cometidas por um funcionário”.

A Nike disse que o funcionário relatou as alegações em 2018, mas inicialmente queria evitar uma investigação e mantê-la confidencial. Ela disse que encomendou uma investigação independente sobre o assunto no ano seguinte, quando ela expressou interesse em investigá-la.

A suposta vítima não foi identificada, com a Nike dizendo: “Continuamos a respeitar a confidencialidade da funcionária e também reconhecemos que esta tem sido uma experiência longa e difícil para ela.”

Neymar atualmente joga pelo time francês do Paris Saint-Germain.

Ele negou anteriormente as acusações de estupro em 2019, em um caso que acabou sendo arquivado.

Por BBC / Edição DiBahia

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Economia

Produção agrícola em 2020 bate novo recorde e atinge R$ 470,5 bilhões

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O valor da produção agrícola do país em 2020 bateu novo recorde e atingiu R$ 470,5 bilhões, 30,4% a mais do que em 2019. A produção agrícola nacional de cereais, leguminosas e oleaginosas chegou, no ano passado, a 255,4 milhões de toneladas, 5% maior que a de 2019, e a área plantada totalizou 83,4 milhões de hectares, 2,7% superior à de 2019.

Os dados constam da publicação Produção Agrícola Municipal (PAM) 2020, divulgada hoje (22) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

“Com a valorização do dólar frente ao real, houve também um crescimento na demanda externa desses produtos, o que causou impacto direto nos preços das principais commodities, que apresentaram significativo aumento ao longo do ano. Como resultado, os dez principais produtos agrícolas, em 2020, apresentaram expressivo crescimento no valor de produção, na comparação com o ano anterior”, explicou o IBGE.

A cultura agrícola que mais contribuiu para a safra 2020 foi a soja, principal produto da pauta de exportação nacional, com produção de 121,8 milhões de toneladas, gerando R$ 169,1 bilhões, 35% acima do valor de produção desta cultura em 2019.

Em segundo lugar no ranking de valor, veio o milho, cujo valor de produção chegou a R$ 73,949 bilhões, com alta de 55,4% ante 2019. Pela primeira vez desde 2008, o valor de produção do milho superou o da cana-de-açúcar (R$ 60,8 bilhões), que caiu para a terceira posição. A produção de milho cresceu 2,8%, atingindo novo recorde: 104 milhões de toneladas.

O café foi o quarto produto em valor de produção, atingindo R$ 27,3 bilhões, uma alta de 54,4% frente ao valor de 2019. Já a produção de café chegou a 3,7 milhões de toneladas, com alta de 22,9% em relação ao ano anterior, mantendo o Brasil como maior produtor mundial.

No ano passado, Mato Grosso foi o maior produtor de cereais, leguminosas e oleaginosas do país, seguido pelo Paraná, por Goiás e o Rio Grande do Sul.

Em relação ao valor da produção, Mato Grosso, destaque nacional na produção de soja, milho e algodão, continua na primeira posição no ranking, aumentando sua participação nacional para 16,8%, novamente à frente de São Paulo, destaque no cultivo da cana-de-açúcar. O Paraná, maior produtor nacional de trigo e segundo de soja e milho, ocupou, em 2020, a terceira posição em valor de produção, à frente de Minas Gerais, destaque na produção de café.

“O Rio Grande do Sul, que teve a produtividade de boa parte das culturas de verão afetadas pela estiagem prolongada no início de 2020, apresentou retração de 6,9% no valor de produção agrícola, caindo para a quinta posição no ranking, com participação nacional de 8,1%”, informou o IBGE,

Os 50 municípios com os maiores valores de produção agrícola do país concentram 22,7% (ou R$ 106,9 bilhões) do valor total da produção agrícola nacional. Desses 50 municípios, 20 eram de Mato Grosso, seis da Bahia e seis de Mato Grosso do Sul.

Sorriso (MT) manteve a liderança entre os municípios com maior valor de produção: R$ 5,3 bilhões, ou 1,1% do valor de produção agrícola do país. Em seguida, vieram São Desidério (BA), com R$ 4,6 bilhões, e Sapezal (MT) com R$ 4,3 bilhões.

Edição: Graça Adjuto

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