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Brasil

Bolsonaro ameaça não haver eleições em 2022

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Diante da queda de popularidade e do crescimento dos atos de rua que pedem seu impeachment, o presidente Jair Bolsonaro subiu ontem o tom das críticas ao atual sistema de urna eletrônica e fez novas ameaças.

“Ou fazemos eleições limpas no Brasil ou não temos eleições”, disse ele a apoiadores, em frente ao Palácio da Alvorada. A afirmação do presidente foi feita diante da perspectiva de ver sua bandeira do voto impresso derrotada no Congresso.

Já em matéria da revista IstoÉ em conversa com eleitores, o presidente havia dito, mais uma vez, que o voto no Brasil é fraudável. “Se não tiver o voto impresso, não interessa mais o voto de ninguém”, afirmou.

Em transmissão ao vivo nas redes sociais, há uma semana, Bolsonaro disse que, se for derrotado nas eleições de 2022, só entregará a faixa presidencial se o seu adversário tiver vencido de “forma limpa”, termo usado novamente por ele ontem.

Dias depois, Bolsonaro acusou o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luís Roberto Barroso, de fazer articulações no Congresso contra a aprovação da emenda que permite o voto impresso – chamado por ele de “voto auditável” – nas eleições de 2022. A votação da proposta na Comissão Especial da Câmara, que analisa o assunto, estava prevista para ontem, mas foi adiada para o próximo dia 15. “Não podem botar em votação (agora) porque vão perder, por causa da interferência do ministro Barroso. Um péssimo ministro”, criticou.

“A democracia está ameaçada por alguns de toga, que perderam a noção de até onde vão seus direitos, seus deveres”, disse o presidente, em entrevista à Rádio Guaíba. A Secretaria de Comunicação do TSE informou que Barroso está em um compromisso acadêmico fora do Brasil “e pediu para não ser incomodado com mentiras e miudezas”.

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Eduardo Bolsonaro diz que contraiu Covid

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Integrante da comitiva presidencial em NY, Eduardo Bolsonaro diz que contraiu Covid.

Deputado e filho do presidente Jair Bolsonaro fez anúncio em rede social. Há três dias, ministro Marcelo Queiroga (Saúde) constatou que também tem a doença e ficou em quarentena nos EUA.

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente Jair Bolsonaro, disse nesta sexta-feira (24) numa rede social que está com Covid.

Ele estava na comitiva do governo que foi no início da semana a Nova York, onde o presidente Jair Bolsonaro participou da Assembleia Geral das Nações Unidas. Há três dias, outro integrante da comitiva teve resultado positivo em teste de Covid: o ministro da Saúde Marcelo Queiroga. De acordo com apuração da TV Globo, antes de Queiroga, um diplomata da comitiva foi diagnosticado com Covid. O governo não confirma a informação nem revela o nome do servidor.

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