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MP do Trabalho abre investigação após denúncias contra presidente da CBF

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O Ministério Público do Trabalho do Rio de Janeiro abriu investigação sobre a denúncia de assédio sexual supostamente praticado pelo presidente afastado da Confederação Brasileira de Futebol, Rogério Caboclo. A investigação preliminar ficará a cargo do procurador do trabalho Artur de Azambuja Rodrigues.

CNN procurou Azambuja e foi informada pela assessoria de imprensa que se forem confirmadas as práticas de abuso a trabalhadores e consequentemente constatadas irregularidades, o MTP pode propor um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) à CBF. O acordo judicial seria uma espécie de compromisso para impedir novos casos de assédio sexual, com medidas práticas, como cursos voltados para o tema, por exemplo.

“No caso de recusa, propomos ação civil pública, com pedidos semelhantes ao do TAC, e indenização por dano moral coletivo”, diz a nota enviada à CNN.

Ainda de acordo com a instituição, dependendo da gravidade do caso, a indenização por dano moral pode estar presente também no termo de conduta.

A ação do Ministério Público do Trabalho sempre se refere a empresas que violam direitos e deveres com seus funcionários. Eles não interferem, por exemplo, em Indenizações individuais às supostas vítimas.

A Comissão de Ética da CBF prevê ouvir nos próximos dias a denunciante que apresentou provas de supostos episódios de assédio moral e sexual. Os relatos apresentados por ela levaram ao afastamento do presidente por 30 dias nesse domingo (06).

Rogério Caboclo disse, por meio dos advogados, que vai provar sua inocência no curso do processo. A CNN ainda aguarda um retorno dele sobre o procedimento do MPT. 

A CBF informou que, por enquanto, não vai se posicionar sobre a investigação do MPT.

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Por não querer ser vacinado Bolsonaro será impedido de ir a Assembleia-Geral da ONU

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Os Estados-membros da Organização das Nações Unidas (ONU) devem deliberar nesta quinta-feira (16) se exigirão que todos os presentes à Assembleia-Geral do órgão, na próxima semana, apresentem comprovantes de vacinação contra a Covid-19 para serem admitidos ao prédio da ONU, em Nova York.

Caso decidam pela obrigatoriedade da imunização, isso poderia barrar a participação do presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, que oficialmente não está vacinado. Tradicionalmente, o chefe de Estado brasileiro faz o primeiro discurso entre os líderes no evento, marcado para o próximo dia 21.

Bolsonaro na gravação de seu discurso à Assembleia Geral da ONU em setembro de 2020; fato de presidente não ter se vacinado contra Covid-19 pode impedir sua participação presencial no evento deste ano — Foto: Presidência da República

Há dois dias, em conversa com apoiadores em frente ao Palácio da Alvorada, Bolsonaro voltou a repetir que não havia tomado imunizantes contra a doença, que já matou 580 mil brasileiros. Ele citou um suposto resultado do exame IGG, que mede a quantidade de anticorpos para uma dada doença no corpo, como justificativa para não ter se vacinado.

“Eu não tomei vacina, estou com 991 (nível do IGG). Eu acho que eu peguei de novo (o vírus) e nem fiquei sabendo”, afirmou Bolsonaro.

Inicialmente, a Assembleia-Geral da ONU cogitou aceitar que autoridades de alto nível apenas declarassem na entrada não estar com sintomas nem ter estado em contato próximo com pessoas infectadas para que fossem admitidas no evento.

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