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Governo lança Campanha Nacional de Coleta de DNA de Familiares de Pessoas Desaparecidas

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A ação será realizada em todos os Estados e no Distrito Federal, entre os dias 14 e 18 de junho.

A adesão será voluntária e os materiais serão armazenados no Banco Nacional de Perfis Genéticos, para auxiliar na identificação de desaparecidos.

Para a coleta, que é indolor, a preferência será por parentes de primeiro grau, como mãe, pai, irmãos e filhos.

Os familiares também poderão fornecer pertences da pessoa desaparecida que contenham material genético, para ajudar nas investigações.

Alguns exemplos são: escova de dentes, fio de cabelo, óculos, aparelho ortodôntico, aliança, entre outros.

Os locais onde a coleta será realizada serão indicados pelas Secretarias Estaduais de Segurança Pública.

O Brasil possui cerca de 57 mil boletins de ocorrência de pessoas desaparecidas ainda não localizadas, a maioria nos estados d0 Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo. 

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Por não querer ser vacinado Bolsonaro será impedido de ir a Assembleia-Geral da ONU

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Os Estados-membros da Organização das Nações Unidas (ONU) devem deliberar nesta quinta-feira (16) se exigirão que todos os presentes à Assembleia-Geral do órgão, na próxima semana, apresentem comprovantes de vacinação contra a Covid-19 para serem admitidos ao prédio da ONU, em Nova York.

Caso decidam pela obrigatoriedade da imunização, isso poderia barrar a participação do presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, que oficialmente não está vacinado. Tradicionalmente, o chefe de Estado brasileiro faz o primeiro discurso entre os líderes no evento, marcado para o próximo dia 21.

Bolsonaro na gravação de seu discurso à Assembleia Geral da ONU em setembro de 2020; fato de presidente não ter se vacinado contra Covid-19 pode impedir sua participação presencial no evento deste ano — Foto: Presidência da República

Há dois dias, em conversa com apoiadores em frente ao Palácio da Alvorada, Bolsonaro voltou a repetir que não havia tomado imunizantes contra a doença, que já matou 580 mil brasileiros. Ele citou um suposto resultado do exame IGG, que mede a quantidade de anticorpos para uma dada doença no corpo, como justificativa para não ter se vacinado.

“Eu não tomei vacina, estou com 991 (nível do IGG). Eu acho que eu peguei de novo (o vírus) e nem fiquei sabendo”, afirmou Bolsonaro.

Inicialmente, a Assembleia-Geral da ONU cogitou aceitar que autoridades de alto nível apenas declarassem na entrada não estar com sintomas nem ter estado em contato próximo com pessoas infectadas para que fossem admitidas no evento.

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