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Presidente aciona STF contra decretos estaduais que impõem restrições com intuito de conter Covid

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O presidente Jair Bolsonaro voltou nesta quinta-feira (27) a acionar o Supremo Tribunal Federal (STF) contra medidas determinadas por governadores de estados para evitar a expansão da Covid, como “lockdown” e toque de recolher. A ação direta de inconstitucionalidade pede a suspensão de decretos de três estados: Pernambuco, Paraná e Rio Grande do Norte.

Por meio da Advocacia-Geral da União (AGU), Bolsonaro questionou se estão de acordo com a Constituição as normas adotadas por esses governos para restringir a circulação de pessoas, como forma de evitar a circulação do coronavírus, que transmite a doença.

“É notório o prejuízo que será gerado para a subsistência econômica e para a liberdade de locomoção das pessoas com a continuidade dos decretos de toque de recolher e de fechamento dos serviços não essenciais impostos em diversos locais do país. Há prejuízos devastadores de toda ordem, com afetação de empregos, de empresas, da segurança doméstica, do desenvolvimento cognitivo das crianças, da saúde emocional das pessoas etc”, diz o texto da AGU.

Por G1

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Fusão de DEM e PSL criará a maior bancada do Câmara dos Deputados

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Encaminhada para os ajustes finais, a fusão dos partidos Democratas (DEM) e Partido Social Liberal (PSL) irá formar a maior bancada da Câmara dos Deputados, um movimento que precipita mudanças eleitorais e almeja o posto de “terceira via” nas eleições de 2022.

Enquanto o DEM já disse sim à união, o PSL deve dar o aval final na próxima terça-feira (28), quando o partido reúne-se para discutir os últimos detalhes do acordo.

A convenção conjunta com mais detalhes da fusão está prevista para o começo de outubro.

A soma é favorável: para os experientes políticos que compõem a coligação, o cálculo de 2+2 é igual a 5.

Isso porque o novo partido terá acesso a um fundo partidário de R$ 160 milhões pronto para almejar o campo da “terceira via” no próximo pleito eleitoral. Há conversas, inclusive, de uma possível candidatura presidencial do novo partido.

Os planos encontram ruídos nos estados no Nordeste, mas os partidos se antecipam às mudanças previstas na reforma eleitoral aprovada pelo Congresso Nacional, que devem diminuir significativamente o número de partidos no Brasil.

Cálculos obtidos pela CNN estimam que, em 5 anos, o país deixará de ter 33 partidos para um total de 12 siglas.

Por CNN Brasil

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