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Ministro Luiz Eduardo Ramos diz que se vacinou escondido

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Ramos admitiu ainda que teme pela vida do presidente Jair Bolsonaro e que vem tentando convencê-lo a se imunizar contra a Covid-19.

Em uma reunião do Conselho de Saúde Suplementar, que foi transmitida ao vivo pela internet, o chefe da Casa Civil e os demais ministros foram bem sinceros sobre o assunto Covid e como o executivo esta tratando do assunto, ao ponto de algumas declarações chocarem pelo tom vulgar e inconsequente das falas das pessoas que pensam o Brasil, presentes não sabiam disso.

Ministro Luiz Eduardo Ramos e presidente Jair Bolsonaro. Foto: Marcos Corrêa/PR

Na fala do fala do ministro da Casa Civil, isso fica bem evidente: “Tomei escondido, né, porque a orientação era para todo mundo ir pra casa, mas vazou. Não tenho vergonha, não. Eu tomei e vou ser sincero. Como qualquer ser humano, eu quero viver, pô. Se a ciência e a medicina tá (sic) dizendo que é a vacina, né, Guedes, quem sou eu para me contrapor? Estou envolvido pessoalmente, tentando convencer o nosso presidente. Nós não podemos perder o presidente para um vírus desses. A vida dele, no momento, corre risco.’

Por CBN

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Brasil

Fusão de DEM e PSL criará a maior bancada do Câmara dos Deputados

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Encaminhada para os ajustes finais, a fusão dos partidos Democratas (DEM) e Partido Social Liberal (PSL) irá formar a maior bancada da Câmara dos Deputados, um movimento que precipita mudanças eleitorais e almeja o posto de “terceira via” nas eleições de 2022.

Enquanto o DEM já disse sim à união, o PSL deve dar o aval final na próxima terça-feira (28), quando o partido reúne-se para discutir os últimos detalhes do acordo.

A convenção conjunta com mais detalhes da fusão está prevista para o começo de outubro.

A soma é favorável: para os experientes políticos que compõem a coligação, o cálculo de 2+2 é igual a 5.

Isso porque o novo partido terá acesso a um fundo partidário de R$ 160 milhões pronto para almejar o campo da “terceira via” no próximo pleito eleitoral. Há conversas, inclusive, de uma possível candidatura presidencial do novo partido.

Os planos encontram ruídos nos estados no Nordeste, mas os partidos se antecipam às mudanças previstas na reforma eleitoral aprovada pelo Congresso Nacional, que devem diminuir significativamente o número de partidos no Brasil.

Cálculos obtidos pela CNN estimam que, em 5 anos, o país deixará de ter 33 partidos para um total de 12 siglas.

Por CNN Brasil

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