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Governo federal corta verba para meio ambiente

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Um dia depois de prometer duplicar recursos para a fiscalização ambiental durante a Cúpula dos Líderes sobre o Clima, presidente deixa de incluir no Orçamento de 2021 R$ 240 milhões para o Ministério do Meio Ambiente.

Um dia depois de prometer duplicar os recursos para a fiscalização ambiental durante a Cúpula dos Líderes sobre o Clima, o presidente Jair Bolsonaro cortou nesta sexta-feira (23/04) recursos que seriam destinados a projetos de conservação do meio ambiente, controle de incêndios florestais e outros voltados para as mudanças climáticas.

Bolsonaro sancionou o Orçamento de 2021, onde constava um corte de cerca de R$ 240 milhões nos recursos do Ministério do Meio Ambiente.

Pessoas próximas ao presidente calculavam que, após a cúpula liderada pelo presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, o aumento dos recursos para a fiscalização ambiental seria de cerca de R$ 115 milhões.

Entretanto, o aumento sequer foi incluído no Orçamento. Para que isso ainda possa ocorrer, será necessário promover cortes em outros setores do governo, mas não há sinais de que esta seja a intenção do Palácio do Planalto.

Durante a cúpula, o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles havia confirmado a intenção de Bolsonaro de aumentar o valor dos recursos voltados à proteção do meio ambiente. “O que houver de disponibilidade o presidente vai dobrar”, afirmou.

“É importante porque dá sustentação ao pagamento às equipes da Força Nacional e porque se somam ao que já têm de equipes e logística de Ibama, ICMBio e Polícia Federal”, garantiu o ministro, evitando mencionar um valor específico.

Melhoria ambiental urbana perde mais de R$ 200 milhões

Os cortes devem resultar em perdas de R$ 5,2 milhões em projetos voltados para o combate à desertificação e pesquisas sobre as mudanças climáticas. No setor de prevenção e controle de incêndios florestais nas áreas consideradas prioritárias, as perdas devem ser de R$ 6 milhões.

O fomento a projetos de desenvolvimento sustentável deixará de receber R$ 3 milhões, e os recursos de financiamento às unidades de conservação federais diminuíram em R$ 1 milhão.

O setor mais atingido foi o de planejamento e ações para a melhoria da qualidade ambiental em centros urbanos, que sofreu um corte de mais de R$ 200 milhões.

Redação com DW

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Pesquisa indica que dar 7 mil passos por dia é o ideal para reduzir o risco de mortalidade

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Caminhar é uma atividade aeróbia que traz diversos benefícios para a saúde. Melhora o sistema cardiovascular, fortalece os músculos e reduz a ansiedade.

O importante é que a atividade seja regular e que respeite o condicionamento físico e o ritmo de cada um.

E um novo estudo da Universidade de Massachusetts indica que o ideal e caminhar sete mil passos por dia.

Os pesquisadores norte-americanos chegaram a essa conclusão após acompanhar duas mil 110 pessoas, com idades entre 38 e 50 anos, por cerca de uma década.

O estudo mostrou que os participantes que deram pelo menos sete mil passos por dia tiveram um risco de mortalidade entre 50 por cento e 70 por cento menor, que aqueles que andaram menos.

Para quem quiser alcançar essa meta, a contagem dos passos pode ser feita com o uso de aplicativos ou de recursos do celular. 

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