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Com alta de 23% nas mortes por Covid, Brasil tem a semana mais letal da pandemia

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Entre a segunda-feira (15) e esse domingo (21), o Brasil teve um aumento de 23% nas mortes por Covid-19 e registrou a semana mais letal desde o início da pandemia, com 15.813 vítimas da doença. Na semana passada, nos sete dias, entre 8 e 14 de março, haviam sido registrados 12.818 óbitos.Em meio à escalada da doença, esse também foi o pior fim de semana da pandemia em número de mortes no país: 3.728 vítimas em 48 horas.

Segundo o Ministério da Saúde, já são 294.042 mortos em decorrência da doença e 11.998.233 casos de pessoas infectadas. O Brasil é o segundo país no mundo com mais mortos e infectados por Covid-19, ficando atrás apenas dos Estados Unidos, onde 542.356 morreram e 29.818.528 casos da doença foram confirmados.Segundo dados da Universidade Johns Hopkins, a Covid-19 já matou 2.715.292 e infectou 123.207.169 em todo o mundo.

Fonte: CNN Brasil.

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Por não querer ser vacinado Bolsonaro será impedido de ir a Assembleia-Geral da ONU

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Os Estados-membros da Organização das Nações Unidas (ONU) devem deliberar nesta quinta-feira (16) se exigirão que todos os presentes à Assembleia-Geral do órgão, na próxima semana, apresentem comprovantes de vacinação contra a Covid-19 para serem admitidos ao prédio da ONU, em Nova York.

Caso decidam pela obrigatoriedade da imunização, isso poderia barrar a participação do presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, que oficialmente não está vacinado. Tradicionalmente, o chefe de Estado brasileiro faz o primeiro discurso entre os líderes no evento, marcado para o próximo dia 21.

Bolsonaro na gravação de seu discurso à Assembleia Geral da ONU em setembro de 2020; fato de presidente não ter se vacinado contra Covid-19 pode impedir sua participação presencial no evento deste ano — Foto: Presidência da República

Há dois dias, em conversa com apoiadores em frente ao Palácio da Alvorada, Bolsonaro voltou a repetir que não havia tomado imunizantes contra a doença, que já matou 580 mil brasileiros. Ele citou um suposto resultado do exame IGG, que mede a quantidade de anticorpos para uma dada doença no corpo, como justificativa para não ter se vacinado.

“Eu não tomei vacina, estou com 991 (nível do IGG). Eu acho que eu peguei de novo (o vírus) e nem fiquei sabendo”, afirmou Bolsonaro.

Inicialmente, a Assembleia-Geral da ONU cogitou aceitar que autoridades de alto nível apenas declarassem na entrada não estar com sintomas nem ter estado em contato próximo com pessoas infectadas para que fossem admitidas no evento.

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