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Economia

Compras online disparam

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A pandemia do novo coronavírus (Covid-19) obrigou governantes a fecharem comércios e deixou uma boa parcela da população brasileira em casa, fazendo com que muitas pessoas optassem por adquirir produtos via internet. O resultado é um acréscimo de 32,6% no volume de compras realizadas nos primeiros três meses de 2020, na comparação com igual período de 2019, segundo relatório do Compre&Confie, desenvolvido em parceria com o E-commerce Brasil.

O aumento nas compras online também foi observado por outras instituições. A Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABCOMM) calculou alta de 30% nas vendas após a quarentena, enquanto a Ebit|Nielsen registrou aumento de 18,5% entre os dias 31 de março e 6 de abril deste ano, em relação à semana anterior.

“O e-commerce tornou-se um facilitador da situação imposta pela Covid-19, a medida que os consumidores adaptam suas atividades diárias para dentro dos seus lares e, consequentemente, aumentam a demanda por serviços online. Ou seja, a nossa vida está ainda mais hiperconectada”, afirma o diretor de Atendimento ao Varejo e E-commerce da Nielsen Brasil, Roberto Butragueño.

A Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABCOMM) calculou alta de 30% nas vendas após a quarentena

Mão fechada

Ainda que o brasileiro esteja comprando mais, ele está gastando significativamente menos em suas compras online, em torno de R$ 409,50, montante 4,5% menor do que o registrado em 2019. Para o diretor executivo do Compre&Confie, André Dias, a diminuição já tem relação com a chegada do novo coronavírus.

“A Covid-19 já provoca mudanças estruturais no hábito dos consumidores de varejo digital. Com as medidas de isolamento implantadas no fim do mês de março, cada vez mais pessoas optam por adquirir pela internet itens de necessidade básica, como produtos de supermercado ou de farmácia. Enquanto isso, itens de maior valor agregado, como eletrônicos, ficam em segundo plano. Essa conjuntura ajuda a explicar a queda do tíquete médio no período”, explica André.

da Redação com Agências

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Economia

Petrobras assina contrato para venda da Gaspetro

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A Petrobras assinou hoje (28) o contrato para a venda da totalidade de sua participação (51%) na Petrobras Gás S.A. (Gaspetro). O valor da venda é de R$ 2,03 bilhões, assinado com a empresa Compass Gás e Energia S.A., deve ser pago no fechamento do acordo e está sujeito aos ajustes previstos no contrato. 

O fechamento da transação está sujeito a aprovação pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). A Petrobras informou, em nota, que até o fechamento da transação, observará as disposições constantes dos acordos de acionistas da Gaspetro e das distribuidoras de gás natural, inclusive quanto aos direitos de preferência. 

A Gaspetro é uma holding com participação societária em 19 companhias distribuidoras de gás natural, localizadas em todas as regiões do Brasil. Suas redes de distribuição somam aproximadamente 10 mil quilômetros, atendendo a mais de 500 mil clientes, com volume distribuído de cerca de 29 milhões metros cúbicos por dia.

A Compass, que adquiriu a Gaspetro, pertence ao Grupo Cosan, e foi criada em 2020 para atuar no segmento de gás e energia. Atualmente é controladora da Comgás, maior distribuidora de gás do país com mais de 19 mil quilômetros de rede instalada e 2,1 milhões de clientes e com presença em 94 municípios do estado de São Paulo.

Agência Brasil

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