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Governo libera R$ 6,5 milhões para acolher imigrantes e refugiados

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O Ministério da Cidadania destinou R$ 6,5 milhões para municípios que receberão imigrantes e refugiados venezuelanos. O repasse emergencial dos recursos federais para ações socioassistenciais acontecerá em parcela única, referente a seis meses de atendimento.

A Portaria nº 641/2021 foi publicada hoje (12) no Diário Oficial da União. De acordo com o texto, a situação de vulnerabilidade dos imigrantes e refugiados oriundos de fluxo migratório provocado pela crise humanitária no país vizinho foi agravada pela pandemia de covid-19, por isso a necessidade de assegurar medidas de assistência emergencial.

Estratégia de interiorização

Por meio da Operação Acolhida, o governo federal atende os venezuelanos que chegam ao país pelas fronteiras de Roraima e Amazonas. Parte da operação, a estratégia de interiorização leva voluntariamente refugiados e imigrantes dos estados do Norte para outras cidades no país, como forma de reduzir a pressão sobre comunidades locais que acolhem essas pessoas e proporcionar novas oportunidades aos cidadãos.

Os municípios beneficiados pela portaria desta segunda-feira do Ministério da Cidadania receberão 2.730 pessoas. São eles: Venâncio Aires e Nonoai (RS); Chapecó e Xaxim (SC); Maringá (PR); Montes Claros e Belo Horizonte (MG); Teresina (PI); Palmas (TO); Itabuna (BA); Garanhuns (PE); São José do Ribamar e São Luís (MA); Itaituba e Santarém (PA); e Santana (AP).O Ministério da Cidadania, por intermédio da Secretaria Nacional de Assistência Social, dará assessoramento técnico aos estados e municípios nas atividades de planejamento e implementação das ações.

Agência Brasil

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Para ministros do STF, live mostrou desespero e disposição para tumultuar de Bolsonaro

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Parlamentares e ministros do STF e TSE avaliam que Jair Bolsonaro deu sinais de desespero na live em que prometia apresentar provas de fraude nas urnas eletrônicas, em meio a pesquisas que mostram que ele não seria reeleito. A leitura é que foi a maior demonstração de sua disposição de tumultuar 2022.

Ele não mostrou nenhum elemento de fato para corroborar a tese que vem levantando há três anos. Na visão de líderes do Congresso e integrantes do STF e do TSE, a transmissão de Bolsonaro foi um fracasso.

A avaliação de parlamentares é a de que as falas do presidente não vão alterar a tendência da comissão da Câmara de rejeitar a proposta de voto impresso.

O presidente do PSD, Gilberto Kassab, disse ao Painel que Bolsonaro tenta gerar desde já confusão e insegurança sobre os resultados das eleições de 2022 e que a população precisa ficar atenta.

“É lamentável ver o presidente da República trazer uma denúncia dizendo que não tem provas sobre algo tão sério”, disse Kassab, que tenta tirar do papel a candidatura de Rodrigo Pacheco (DEM-MG) a presidente.

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