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Arcos da Lapa são iluminados com cores do arco-íris

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Durante quatro noites a partir da ultima sexta-feira (25), os Arcos da Lapa e a Cidade das Artes, no Rio de Janeiro, serão iluminados com as cores do arco-íris, numa celebração ao mês do Orgulho LGBTQIA+. A ação, iniciativa da Prefeitura do Rio de Janeiro, através da Riotur, conta com o apoio institucional da Coordenadoria Executiva da Diversidade Sexual (CEDS). 

Na segunda-feira (28) é celebrado o Dia Mundial do Orgulho LGBTQIA+, em homenagem à Revolta de Stonewall, um marco representativo na luta por direitos civis. Há 52 anos, policiais invadiram o bar nova-iorquino The Stonewall Inn, espaço considerado seguro para pessoas LGBTQIA+. Os agentes começaram a prender os frequentadores do local, mas acabaram surpreendidos por uma enorme reação de centenas de pessoas revoltadas com a recorrente opressão policial contra pessoas LGBTIA+.

O projeto “Rio Diversidade” expõe, até o fim do mês, uma galeria aberta também nas cores do arco-íris na orla da cidade. Do Leme ao Pontal, os 24 postos de salvamento estão estampados com as palavras respeito, liberdade, amor, igualdade, afeto, vida e orgulho. 

“Ainda não podemos aglomerar, fazer paradas, a mensagem agora é uma forma de mostrar para o mundo que nós somos uma cidade aberta, livre, sem preconceito”, celebrou a presidente da Riotur, Daniela Maia.

Foto: Rafael Catarcione/Riotur / Por CNN Brasil

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CNPq – Lattes fora do ar pode gerar uma tragédia para a ciência

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A Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG) fez uma alerta sobre o apagão da plataforma Lattes, que está fora do ar desde a última sexta-feira (23). A presidente Flávia Calé defende que um cenário de apagão pode gerar prejuízos não apenas do ponto de vista documental, mas também na vida profissional dos pesquisadores do Brasil.

Vale lembrar que esse formato de currículo existe desde 1999 e é usado como pré-requisito para provas de concursos públicos, seleções de mestrado e doutorado e até mesmo buscas de empregos.

“A plataforma Lattes é, de certa forma, um mapa da produção cientifica nacional dos nossos pesquisadores e dos cientistas brasileiros. É um sistema de informação estratégico do Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação. A possibilidade de perder esses dados é uma tragédia muito grande e não há como mensurar o que significa uma perda como essa”, comenta Flávia.

Segundo O CNPq, as informações não foram perdidas

Nesta quarta-feira (28), a ferramenta chegou ao quinto dia seguido fora do ar. O problema segue sem solução, mesmo tendo sido identificado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), órgão ligado ao Ministério da Ciência e Tecnologia, ainda no sábado (24).

Em informe publicado nas redes sociais nesta terça, o CNPq alegou que o problema que provocou a indisponibilidade foi diagnosticado em parceria com empresas contratadas e que o erro está sendo reparado.

 O Conselho destacou também que conta com novos equipamentos de Tecnologia da Informação (TI) e que a migração dos dados foi iniciada antes do ocorrido. O CNPq garantiu ainda que, independentemente desse processo de mudanças, existem cópias de segurança dos conteúdos que estão apoiando o restabelecimento das atividades da plataforma. O CNPq assegurou ainda que o pagamento de bolsas não será afetado pelo contratempo.

Flávia Calé explica que, nos últimos dias, antes do apagão na plataforma, houve alguns relatos isolados de pessoas que receberam mensagens de alerta para troca de senhas. Os episódios levaram a Associação Nacional de Pós-graduandos desconfiar de uma tentativa de violação de dados.

“Isso é um tema que a gente precisa esclarecer e que vai merecer muito a nossa atenção. Eu acho que não é uma questão ainda que a gente consegue ter resposta imediata”, pondera a historiadora.

“É aquela discussão do que não dá para mensurar, do que a gente ainda não tem clareza do que está acontecendo. Mas é uma preocupação muito grande: a possibilidade de haver alguma violação de informações desses pesquisadores e desses dados do mapa estratégico da ciência que é o Lattes.” defende a presidente da ANPG.

*Sob supervisão de Adriana Freitas, da CNN

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