Conecte-se conosco

Economia

Próxima reunião do G-20 deve falar sobre imposto mínimo global, mas Brasil não deve ser afetado

Publicado

em

Voiced by Amazon Polly

A reunião que ocorrerá no mês que vem, marcada pelo ministro de Finanças do G-20, será uma oportunidade para acordar a criação de um imposto mínimo global de 15%. O grupo, que reúne sete dos países mais ricos do mundo, optou por apoiar a proposta no início deste mês, e deve buscar apoio do restante dos grandes economistas do planeta.

Ainda há muitas dúvidas sobre o funcionamento deste tributo, mas, como é de conhecimento geral, o impacto no Brasil não será tão grande. “Imagino que a ideia do imposto mínimo global é o que já tem no Brasil” disse Everardo Maciel, ex-secretário da Receita Federal.

O país já tributa 15% as companhias de recursos ao exterior. Por este motivo ele não é afetado pelas empresas que operam no território terem sede em paraísos fiscais. Desta forma, o Brasil estará à frente da Europa nesse ponto, conclui Evandro, de acordo com a Valor.

Para o professor Frederico Bastos, do Insper, “o Brasil já tem algumas ferramentas que destoam de outros países que pensam essas políticas”.

Enquanto o mundo discute como tributar o ganho das companhias globais que instalam sua sede em países com menor tributação, o Brasil taxa o lucro e o faturamento das que operam aqui.

A decisão do G-7 de apoiar esse novo imposto mínimo global traz um “ponto de reflexão” na maneira como os EUA encaram o uso de paraísos fiscais pelas companhias, sinaliza Evandro. “Reconheceram que o problema existe”, comentou.

O governo brasileiro ainda não se posicionou oficialmente em relação a proposta do G-7. O Ministério da Economia foi questionado pelo Valor, mas não obteve respostas.

Por BP Money

Continue lendo
Propaganda
Clique para comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Economia

Para 87% dos brasileiros, compras e contas têm ficado mais caras

Publicado

em

Por

Voiced by Amazon Polly

Pesquisa PoderData mostra que 87% dos brasileiros têm a impressão de que compras do mercado e contas ficaram mais caras nas últimas semanas.

Realizado de 19 a 21 de junho de 2021, o levantamento mostra que o número sofreu um lento declínio ao longo de 10 meses. Em setembro de 2020, era de 95%.

O país enfrenta um quadro de alta inflação ao longo de todo o período desde que a pesquisa começou a ser realizada. O IPCA-15, indicador do IBGE considerado como uma prévia da inflação oficial, atingiu em julho um patamar inédito para o mês desde 2004. O Boletim Focus, relatório elaborado pelo Banco Central com base nas previsões do mercado, tem subido a projeção semanalmente.

Esta pesquisa foi realizada no período de 19 a 21 de julho de 2021 pelo PoderData, a divisão de estudos estatísticos do Poder360. A divulgação do levantamento é feita em parceria editorial com o Grupo Bandeirantes.

Foram 2.500 entrevistas em 427 municípios nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. Saiba mais sobre a metodologia lendo este texto.

Para chegar a 2.500 entrevistas que preencham proporcionalmente (conforme aparecem na sociedade) os grupos por sexo, idade, renda, escolaridade e localização geográfica, o PoderData faz dezenas de milhares de telefonemas. Muitas vezes, mais de 100 mil ligações até que sejam encontrados os entrevistados que representem de forma fiel o conjunto da população.

com Band TV

Continue lendo

Copyright © 2021 DiBahia CNPJ: 41.275.067/0001-16