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Brasil

PF mostram que empresário bancou campanha de Bolsonaro sem declarar ao TSE

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O Jornal Nacional, da TV Globo, desta segunda-feira (7) deu destaque à quebra do sigilo determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), sobre o processo que investiga a convocação e financiamento de atos antidemocráticos, que pregavam um golpe militar com manutenção de Jair Bolsonaro no poder.

O telejornal apontou que nestes documentos aparecem notas ficais que mostram que o empresário Otávio Fakhoury bancou material de campanha do presidente Jair Bolsonaro em 2018 sem declarar à Justiça Eleitoral.

“Os investigadores encontraram documentos sobre a campanha eleitoral de Bolsonaro em 2018. O relatório da PF aponta que o empresário bolsonarista Otávio Fakhoury bancou quase R$ 50 mil em material para a campanha. Os gastos não constam na declaração à Justiça Eleitoral. Os investigadores apreenderam com o empresário notas fiscais de duas gráficas que imprimiram milhares de adesivos e panfletos”, disse o jornalista Marcos Losekann durante a reportagem.

O JN mostrou os adesivos que foram impressos a partir das notas. Ao telejornal, Fakhoury disse que as notas se referem ao pagamento de despesas de amigos.

A matéria ainda expôs o elo da deputada federal Bia Kicis (PSL-DF), presidenta da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados, com os atos golpistas. Evandro de Araújo Paula, assessor de Kicis, trocou mensagens com extremista Sara Winter sobre o acampamento e o ato “300 pelo Brasil”, que tinha estética da Ku Klux Klan.

“Sara, o pessoal de BH queria pegar o treinamento, mas não vão conseguir chegar dia 29. Dias 30 e 1º maio são as datas”, disse Evandro.

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CPI da Pandemia ouve Wilson Witzel, ex-governador do Rio de Janeiro

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Acompanhe ao vivo a Comissão Parlamentar de Inquérito da Pandemia que hoje ouve o ex-governador do Rio de Janeiro Wilson Witzel. Os requerimentos de convocação são dos senadores Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e Alessandro Vieira (Cidadania-SE). Ele deve ser questionado sobre denúncias de corrupção na área da saúde do estado, inclusive com recursos federais destinados ao combate à covid-19.

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