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Médico brasileiro que foi preso no Egito retorna ao Brasil e dará esclarecimentos a sociedade

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 Victor Sorrentino retornou ao Brasil após ser detido em Luxor, no Egito, no último domingo (30). Em um vídeo postado nas redes sociais, Sorrentino aparecia assediando uma vendedora egípcia em português. 

Em nota enviada à CNN neste domingo (6), a assessoria do médico afirmou que Sorrentino retornou ao Brasil após “prestar todos os esclarecimentos solicitados e ser liberado pelas Autoridades Egípcias”. “A prioridade é o reencontro com a família e, oportunamente, [Sorrentino] vai se manifestar publicamente sobre o ocorrido.” 

No último domingo (30), Ministério do Interior egípcio disse, em comunicado, que conseguiu “capturar um estrangeiro que assediou uma garota depois que ele publicou um videoclipe contendo o assédio em um site de rede social na Internet”. 

Ele foi detido a caminho do Aeroporto Internacional do Cairo e levado ao Ministério Público. Após a repercurssão do caso e a prisão, a família de Sorrentino publicou um pedido formal de desculpas à família da vítima e “a todos que possam ter se sentido ofendidos”.

O documento foi divulgado nas redes sociais do médico, em árabe e em inglês.

“Quanto aos eventos recentes que aconteceram no caso do médico brasileiro Victor Sorrentino no Egito, e aos danos morais e materiais causados em todos os afetados. Nós, da família de Victor Sorrentino, em nome do Victor, oferecemos oficialmente desculpas à vítima, à família dela e todos os que se envolveram com o assunto”, dizia a carta.

Por CNN Brasil

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ONU: mais de 8,5 mil crianças foram usadas como soldados em 2020

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Mais de 8,5 mil crianças foram usadas como soldados no ano passado em vários conflitos pelo mundo, e quase 2,7 mil foram mortas, informou a Organização das Nações Unidas (ONU) nessa segunda-feira (21). 

O relatório anual do secretário-geral da ONU, António Guterres, ao Conselho de Segurança da ONU sobre crianças e conflitos armados abrange assassinatos, mutilações e abuso sexual de crianças, além da abdução ou recrutamento, negação de acesso a atendimento de saúde e ataques a escolas e hospitais.

O documento mostra que violações foram cometidas contra 19,37 mil crianças em 21 conflitos. A maioria das violações em 2020 foi cometida na Somália, República Democrática do Congo, no Afeganistão, na Síria e no Iêmen.

De acordo com o relatório, 8,52 mil crianças foram utilizadas como soldados no ano passado, enquanto 2,67 mil foram assassinadas e 5,74 mil ficaram feridas em diversos conflitos. 

O documento também inclui uma lista negra que tem a intenção de constranger as partes em conflitos, com a esperança de puni-las para implementar medidas de proteção a crianças. A lista tem sido objeto de polêmica, com diplomatas afirmando que a Arábia Saudita e Israel fizeram pressão nos últimos anos para ficar de fora dela. 

Israel nunca figurou na lista, enquanto a coalizão militar liderada pelos sauditas foi removida da lista em 2020, anos após ter sido apontada e constrangida por causar mortes e ferir crianças no Iêmen.

Em uma iniciativa para atenuar as controvérsias em torno do relatório, a lista publicada em 2017 por Guterres foi dividida em duas categorias. Uma delas lista as partes que colocaram em vigor medidas para proteger crianças e a outra inclui partes que não tomaram nenhuma atitude. 

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