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Japão está “encurralado” para realizar os Jogos, diz membro de Comitê

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Uma dos heroínas do esporte japonês e membro do Comitê Olímpico do Japão, a ex-judoca Kaori Yamaguchi disse nesta sexta-feira (4) que sua nação foi “encurralada” para levar adiante os Jogos de 2020, apesar da oposição pública em meio à pandemia do novo coronavírus (covid-19).

Os comentários de Yamaguchi aumentaram a tensão em todo o Japão, onde a Olimpíada foi adiada no ano passado, mas agora deve começar no dia 23 de julho, mesmo em meio a uma quarta onda de infecções de covid-19.

A maioria dos japoneses se opõe à realização dos Jogos, mas alguns atletas estrangeiros devem começar a chegar e os organizadores insistem que o evento esportivo global de 15 bilhões de dólares continua nos trilhos.

Yamaguchi, que conquistou uma medalha de bronze nos Jogos de Seul de 1988, acusou o Comitê Olímpico Internacional (COI), o governo do Japão e o comitê organizador da Tóquio 2020 de impedirem o diálogo e ignorarem a opinião pública.

“Para que e para quem será esta Olimpíada? Os Jogos já perderam o sentido, e estão sendo realizados só para ser realizados. Acredito que já perdemos a oportunidade de cancelar”, escreveu ela em um artigo de opinião para a agência de notícias Kyodo.

Espectadores estrangeiros já foram proibidos de assistir aos Jogos, e os japoneses também podem ser barrados do que os organizadores prometem ser um evento em uma “bolha” desinfetada para minimizar o risco de contágio, e ao mesmo tempo dar alegria a um mundo assolado pela covid-19.

Agencia Reuters

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ORIENTE MÉDIO – Gaza registra novos bombardeios

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As Forças de Defesa de Israel confirmaram nesta terça-feira (15) que iniciaram novos bombardeios na Faixa de Gaza.

O lado palestino diz que o ataque ocorreu próximo a um povoado no sul da Faixa de Gaza, mas não deu maiores detalhes, segundo a agência France Presse. Não há informações sobre mortos ou feridos.

Esse é o primeiro enfrentamento mais grave na região desde maio, quando palestinos e israelenses concordaram em um cessar-fogo após 11 dias de confrontos. Estima-se que 260 pessoas morreram no lado palestino e 13 em Israel.

O episódio também marca a primeira tensão em Gaza desde a posse do novo governo, do primeiro-ministro Naftali Bennett. Ele governa o país desde domingo, quando conseguiu formar uma ampla coalizão que reúne políticos de diferentes denominações unidos para tirar Benjamin Netanyahu do poder.

Enfrentamentos como o desta terça vão significar um teste para essa aliança. Isso porque o grupo é composto tanto por políticos nacionalistas e militaristas — caso do novo primeiro-ministro — e de representações árabes que tendem a apoiar o lado palestino.

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