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OMS aprova uso emergencial da CoronaVac

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A Organização Mundial de Saúde (OMS) aprovou, nesta terça-feira (1º), o uso emergencial da CoronaVac, vacina contra a Covid-19 desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac. A vacina é a sexta a receber essa aprovação pela entidade e é uma das três que estão sendo usadas no Brasil.

A entidade afirmou que a vacina “atende aos padrões internacionais de segurança, eficácia e de fabricação”, e que “seus requisitos de armazenamento fáceis a tornam muito gerenciável e particularmente adequada para cenários de poucos recursos”. A CoronaVac pode ser armazenada em temperatura normal de refrigeração (2ºC a 8ºC), que é a usada na cadeia de frio do Brasil.

“O fácil armazenamento da Sinovac faz com que ela seja adequada para lugares com menos recursos. É vital fazer com que essas vacinas e equipamentos cheguem rapidamente àqueles que necessitam”, completou Tedros.

Resultados

A OMS considerou dados de eficácia da vacina que mostraram que ela preveniu casos sintomáticos de Covid em 51% dos vacinados e casos graves da doença em 100% da população estudada. Essas taxas correspondem às divulgadas pelo Instituto Butantan em janeiro.

Dados posteriores, entretanto, apontaram que a vacina tinha uma efetividade menor. A efetividade refere-se à capacidade da vacina, no “mundo real“, de diminuir os casos de uma doença. Já a eficácia refere-se aos dados dentro de ensaios clínicos.

(Os números que apontavam a efetividade menor na “vida real” que a eficácia vista nos estudos foram contestados pelo Instituto Butantan).

Ao aprovar o uso emergencial da CoronaVac, a OMS considerou que poucos participantes com mais de 60 anos haviam sido incluídos nos ensaios clínicos, e, por isso, a eficácia não pôde ser estimada para este grupo.

A OMS, entretanto, não recomendou um limite máximo de idade para a vacina, porque dados do depois dos testes, em vários países, e de imunogenicidade sugerem que a vacina provavelmente tem um efeito protetor em pessoas idosas.

A organização considerou que “não há razão para acreditar que a vacina tenha um perfil de segurança diferente em populações mais velhas e mais jovens”, e reforçou que os países devem usar a vacina “em grupos de idade avançada” e realizar monitoramento de segurança e eficácia, para verificar “o impacto esperado e contribuir para tornar a recomendação mais robusta para todos os países”.

POR G1

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Policial é morto e 80 alunos são sequestrados em ataque na Nigéria

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Homens armados mataram um policial e sequestraram pelo menos 80 alunos e cinco professores em uma escola do estado nigeriano de Kebbi, informaram a polícia, moradores e um professor.

É o terceiro sequestro em massa em três meses no noroeste da Nigéria, e as autoridades culpam bandidos armados que buscam resgates.

Usman Aliyu, que leciona na escola, disse que os atiradores levaram mais de 80 alunos, a maioria meninas.

“Eles mataram um [dos policiais], entraram pelo portão e foram direto às salas de aula”, afirmou ele à Reuters.

O porta-voz da polícia de Kebbi, Nafiu Abubakar, disse que os bandidos mataram um policial durante uma troca de tiros e que também balearam um aluno, que estava recebendo tratamento médico.

A polícia ainda não havia comunicado o número de alunos desaparecidos na noite de quinta-feira (17), e um porta-voz do governador de Kebbi afirmou que a força está realizando uma contagem dos desaparecidos.

Sequestros que elevam tristeza ao povo nigeriano não é novidade. Desta vez levaram mais de 80 alunos, a maioria meninas.

O ataque ocorreu em um colégio do governo federal da cidade remota de Birnin Yauri. Segundo Abubakar, forças de segurança estão vasculhando uma floresta próxima à procura dos alunos e professores raptados.

Atiku Aboki, um morador que foi à escola pouco depois de os disparos terminarem, informou que viu uma cena de pânico e confusão enquanto pessoas procuravam os filhos.

Bandidos em busca de resgate já sequestraram mais de 800 alunos nigerianos em escolas desde dezembro. Alguns foram libertados e outros continuam desaparecidos.

* Ardo Hazzad, Garba Muhammed, Camillus Eboh e Angela Ukomadu – Repórteres da Reuters

Com Agência Brasil

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