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Papa se reúne com líderes cristãos libaneses em julho

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O papa Francisco anunciou hoje (30) que vai se reunir no dia 1º de julho com os principais líderes cristãos do Líbano para abordar a “preocupante” situação de crise que o país árabe atravessa.

O pontífice, que em várias ocasiões se referiu à crise no Líbano, fez o anúncio da janela do Palácio Apostólico, depois da oração do Ângelus, perante os fiéis que o ouviram na Praça de São Pedro.

O objetivo do encontro religioso será estudar a crise que afeta o país do Oriente Médio e rezar pela paz.

“No próximo dia 1º de julho, encontrarei no Vaticano os principais responsáveis pelas comunidades cristãs presentes no Líbano, para uma reflexão sobre a preocupante situação do país e para rezarmos juntos pelo dom da paz e da estabilidade”, disse.

Para isso, Francisco pediu a intercessão da Virgem Maria e confiou aos fiéis do mundo a missão de rezar por “um futuro mais sereno” para o país.

O papa argentino sempre demonstrou interesse pela crise no Líbano, atingido pela sua pior crise econômica desde a guerra civil (1975-1990), por causa da pandemia de covid-19 e pela explosão que ocorreu perto de Beirute em agosto do ano passado.

Por diversas ocasiões, o papa expressou o desejo de visitar o Líbano e pediu ajuda à comunidade internacional para aquele país.

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ONU: mais de 8,5 mil crianças foram usadas como soldados em 2020

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Mais de 8,5 mil crianças foram usadas como soldados no ano passado em vários conflitos pelo mundo, e quase 2,7 mil foram mortas, informou a Organização das Nações Unidas (ONU) nessa segunda-feira (21). 

O relatório anual do secretário-geral da ONU, António Guterres, ao Conselho de Segurança da ONU sobre crianças e conflitos armados abrange assassinatos, mutilações e abuso sexual de crianças, além da abdução ou recrutamento, negação de acesso a atendimento de saúde e ataques a escolas e hospitais.

O documento mostra que violações foram cometidas contra 19,37 mil crianças em 21 conflitos. A maioria das violações em 2020 foi cometida na Somália, República Democrática do Congo, no Afeganistão, na Síria e no Iêmen.

De acordo com o relatório, 8,52 mil crianças foram utilizadas como soldados no ano passado, enquanto 2,67 mil foram assassinadas e 5,74 mil ficaram feridas em diversos conflitos. 

O documento também inclui uma lista negra que tem a intenção de constranger as partes em conflitos, com a esperança de puni-las para implementar medidas de proteção a crianças. A lista tem sido objeto de polêmica, com diplomatas afirmando que a Arábia Saudita e Israel fizeram pressão nos últimos anos para ficar de fora dela. 

Israel nunca figurou na lista, enquanto a coalizão militar liderada pelos sauditas foi removida da lista em 2020, anos após ter sido apontada e constrangida por causar mortes e ferir crianças no Iêmen.

Em uma iniciativa para atenuar as controvérsias em torno do relatório, a lista publicada em 2017 por Guterres foi dividida em duas categorias. Uma delas lista as partes que colocaram em vigor medidas para proteger crianças e a outra inclui partes que não tomaram nenhuma atitude. 

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