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Negócio em Família

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Há alguns dias tivemos a notícia de que a prefeita de Eunápolis nomeou seu marido para o cargo de “Secretário da Casa Civil” do município com a sigla do cargo como N.E. que muito provavelmente significa “Não especificado”. Ato esse que é muito suspeito porque se é um cargo Não Especificado significa que não existe um piso salarial ou regulamentação que defina tal cargo. Para uma candidata que dizia que no governo dela iria ter uma gestão limpa, transparente estamos vendo que não existe nada de limpo e tampouco transparente. O que se vê é uma pessoa que detém poder, beneficiando quem bem-quer. E isso só aumenta a insatisfação e a rejeição dela só aumenta, uma vez que a mesma disse que tudo seria diferente, mas não faz nada para ser realmente uma gestão diferenciada e a velha política continua reinando com seus conchavos, benefícios próprios e entre outras coisas que sabemos que acontece, mas que não é noticiado.

Parece-me também que essa nomeação significa uma grande falta de experiência em gestão e experiência política e justamente por isso essa nomeação sai, para amenizar essa falta de experiência da atual gestora o que não é crime, não é ilegal, mas é uma imensa falta de senso fazer esse tipo de coisa. Porque ao invés de nomear um marido não procura ajuda ou apoio em uma assessoria profissional? Há várias pessoas que trabalham nesse ramo e que são bem preparadas e experientes. Mas colocar o ex – marido além de ser imoral, tira a toda credibilidade de uma possível experiência que ela queria ou poderia mostrar e isso faz com que o eleitor se arrependa do seu voto e talvez ela não consiga mais vencer a corrida eleitoral novamente

Existe aqui também outro problema, o coronelismo moderno onde em cidades pequenas reinam famílias e grupos políticos que são sempre os mesmos e detém a massa na mão deles, com “rédeas e cabrestos” para não perder seus eleitores. Existe também a questão dos ataques mútuos entre esses grupos, para que a população pense que somente eles são os “salvadores da pátria’ quando, na verdade, existem outras opções de escolha, mas que não são vistas ou consideradas porque a população já tem em mente que só o Candidato” A” ou “B” é que será a solução, sem pensar ou sem considerar que existe um candidato “C” que pode fazer um bom trabalho, que pode sim, trabalhar em favor da população, mas que não tem visibilidade nenhuma porque não faz parte do grupo político do Candidato A ou B. Essa nomeação também me lembra na época em que a Dilma Rousseff era presidente do Brasil e tentou dar um cargo de alto escalão para o Ex Presidente lula para livra – lo de uma prisão. O que na hora foi derrubado e a nomeação se tornou inválida. É claro que no caso do Lula foram em época e situação diferente, mas, o que não é diferente aqui é o favorecimento da “Família” que foi sem sucesso neste caso.

Em cidades pequenas sabemos que é diferente, pois as famílias políticas detêm o poder sobre pessoas e sistemas e fazem o que quiser, quando quiser e sem qualquer punição o que é prejudicial para a política, para o judiciário e para a população mais prejudicial ainda. Então acredito que de hoje em diante devemos ficar atentos e de olhos abertos para os próximos passos dessa gestão porque se a gestora já fez isso com pouco mais de 100 dias de governo, quem mais ela pode favorecer no presente ou futuramente? Essa é uma pergunta que só poderá ser respondida ao final de seu mandato. Até lá essa pergunta será uma incógnita que terá um desdobramento a passos lentos e que muito provavelmente passará despercebido se não prestarmos atenção no que acontece no município, então peço novamente que questionem tudo, que cobrem o que deve ser cobrado e que não se deixem ser enganados por quem só pensa em poder e em continuar no poder, porque isso só prejudica a população e ninguém mais.

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Sociedade

Pastora arruma segunda esposa para marido pastor após revelação

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Pastores Éden Asvolinsque e Fernanda Asvolinsque e nova esposa
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De posse dessa ‘promessa mortal’, a pastora já arrumou a sua substituta para se casar com o seu esposo pastor.

A pastora Fernanda Asvolinsque, de 43 anos, que lidera com o seu esposo, o pastor Éden Asvolinsque, a Igreja Juventude de Cristo em Barra Mansa (RJ), desta vez foi longe demais.

O casal está sendo alvo de muitas críticas desde que a pastora arrumou uma jovem para ser a segunda esposa do seu marido.

A justificativa da religiosa é que, em novembro de 2020, ela recebeu uma revelação de Deus, de que está sendo preparada para ser ‘colhida’ da terra em 2021, ou seja, vai morrer esse ano.

De posse dessa ‘promessa mortal’, a pastora já arrumou a sua substituta para se casar com o pastor, quando ela for para o plano espiritual.

Fernanda afirma que está muito doente, mas que não irá ao médico, porque a vontade de Deus é de que ela morra esse ano.

“Deus disse a mim desde novembro, que está me preparando, porque Ele vai me colher nesse ano. Eu tô com paz na minha alma, estou bem resolvida em relação a tudo isso… Agora era o momento de vocês blindarem o pastor, blindarem a minha casa, blindarem a minha família, blindarem a igreja… Eu ouvi, eu sei o que Deus falou pra mim”, disse a pastora.

As declarações da pastora geraram polêmica no meio evangélico, e muitos acreditam, inclusive, que tudo não passa de uma armação do casal que, supostamente, curte um relacionamento a três. Ou que até mesmo estão separados, mas não querem tornar público, para não perder os fiéis e seus dízimos.

Após muitas críticas e insinuações contra o casal de pastores, que agora é um trisal, a pastora Fernanda desabafou nos Stories do seu Instagram.

Veja o vídeo na integra.

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