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Porto Seguro

PM faz apreensão de drogas no bairro Campinho

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Na última sexta-feira (21/05), enquanto realizavam rondas no bairro Campinho, no município de Porto Seguro, Policiais Militares do 8° BPM foram surpreendidos por um grupo de homens armados que, ao avistarem a guarnição, realizaram disparos de arma de fogo contra os policiais, evadindo logo em seguida.

Os militares foram no encalço dos indivíduos, inclusive, adentrando à área de manguezal, nas proximidades da Rua Santa Catarina, porém, não lograram êxito na captura dos suspeitos.

Todavia, durante buscas no terreno, os policiais localizaram duas sacolas, contendo os seguintes materiais:

  • 521 (quinhentas e vinte e uma) pedras de crack;
  • 213 (duzentos e treze) papelotes de cocaína;
  • 37 (trinta e sete) comprimidos de LSD;
  • 80 (oitenta) papelotes/buchas de maconha.

Todo os objetos apreendidos foram apresentados na Delegacia de Polícia Civil.

Por: ASCOM/8° BPM

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Porto Seguro

Professor desenvolve projeto de jogos E-sport para aproximar alunos da escola

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Com o avanço das tecnologias, os jogos tomaram ainda mais força ao longos dos anos e as competições se tornaram ainda mais interativas. O e-sport se tornou recorrente e em Porto Seguro, um professor chamado Josué Costa, encontrou nos jogos eletrônicos, um meio de aproximar os alunos da escola e do hábito de estudar. Em contato com o diBahia, o professor Josué contou como é a experiência e como ela ajudou na vida de seus alunos.

O esporte eletrônico ou e-sport nada mais é do que do que termos usados para definir competições de jogos eletrônicos de diversas categorias, tendo a participação de profissionais. O primeiro registro de uma competição de jogos eletrônicos foi em 12 de outubro de 1972, para estudantes da universidade de Stanford, tendo como prêmio um ano de assinatura na revista Rolling Stone.

A necessidade surgiu com a falta de aproximação entre o professor e os alunos. Josué trabalha 20 horas na escola Aldeia Velha, em Arraial d’Ajuda e notou que os alunos comentavam muito sobre o jogo Free Fire e queria ter uma aproximação com eles, podendo assim cobrá-los mais em relação aos estudos. Logo juntaram um grupo de amigos para brincar e aprender o jogo, em menos de um mês o professor já conseguia ver que os alunos que não entregavam atividade, online no jogo, e assim podia chamar a atenção para que pudessem fazê-las.

Professor Josué Costa.

A organização do projeto conta com um arsenal de 56 atletas que dá 14 equipes, cada equipe pratica por 4 horas por dia depois das atividades da escola, já que uma das regras é estar em dias com a mesma. Todas as terças e quintas às 22h os alunos competem internamente, os melhores, competem no torneio externo, o principal jogo é o Free fire, mas pretendem estender para outras modalidades. O professor diz que o objetivo da equipe é chegar na LBFF série A, e garante, o treinamento é rigoroso e ressalta a preparação, estratégia, tático e ação.

Porém, o educador afirma que as dificuldades são muitas já que não há quase nenhum incentivo. Ele diz que os alunos precisam de aparelhos tecnológicos e computadores mais avançados, os quais exigem mais gastos. Josué conta que o projeto não tem nenhum patrocinador, mas que estão abertos para parcerias, dando visibilidade devida para quem se comprometer.

Hoje, a seleção dos atletas que integram a equipe, contam com várias localidades de Porto Seguro, então há atletas que se destacam em todas as áreas. As principais são: Paraguai, Baianão, Vera Cruz Campinho, Arraial d’Ajuda e Trancoso. O professor quer fazer história levando o nome de Porto Seguro em frente no mundo do E-sport, e visa afastar os jovens das zonas de criminalidade e até mesmo abusos sexuais que possam vim sofrer.

Um aluno da rede pública não estava se adaptando às novas metodologias de ensino pós pandemia. Entretanto, através do jogo eu comecei a acompanhá-lo de perto, sendo assim, ele que havia desistido dos estudos e eu através do projeto o trouxe de volta para as atividades escolares e como ele tem muitos outros meninos que querem desistir devido esse método de aula remota, cabe a nós como sociedade civil criar mecanismos que possibilite o estímulo dos alunos. — cita o professor.

Em outra situação, o professor diz:

Um jovem do projeto que tem histórico de familiares e outras pessoas envolvidas no tráfico de drogas, atráves do projeto viu uma nova possiblidade de vencer.

O Projeto casa bem, pois, os jovens querem fazer parte do projeto, então utilizamos dessa vontade para obter acompanhamento melhor na educação, finaliza o professor, dando ainda mais ênfase na importância do projeto que vem salvando e incentivando os alunos em tempos tão difíceis de pandemia.

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