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No Limite: equipe de Íris pede desculpas após falas preconceituosas sobre prostituição em discussão com Ariadna

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A equipe Carcará segue com vantagem em ‘No Limite’, após vencer mais uma prova de imunidade e fazer com que a equipe Calango, eliminasse mais um integrante. Dessa vez, eles optaram pela eliminação de Angélica, em uma votação bastante apertada contra Gleici.

No entanto, o que chamou atenção na tribo vencedora no programa exibido na noite desta terça-feira (18), foi uma discussão entre Ariadna e Íris Stefanelli, sobre prostituição, atividade exercida pela trans por muitos anos. “Ontem a Ariadna foi contou um pouco da vida dela. Uma vida muito difícil e foi de doer o coração. Aí, hoje, na discussão sobre prostituição entre homens e mulheres, eu falei ‘gente, tem que tentar caminho pra vida menos arriscado”, disse a loira.

Já na conversa no acampamento do grupo Carcará, Íris afirmou ser preciso focar nos estudos e até prestar concurso para fugir do mundo da prostituição. Ariadna Arantes, no entanto, se incomodou por ver a colega julgando as escolhas de vida das pessoas. “Amiga, não julga. Isso é julgamento… Eu fui entregar currículo, corri atrás, mas ninguém aceitava, não tinha nada e você acha que eu fui pra onde para não ser posta fora de casa? Lá para a esquina de onde eu morava. Eu tive opção? Não tive opção”.

A ex-repórter do TV Fama, da RedeTV!, porém, rebateu que a colega tinha escolha de vida melhor. Ariadna, por sua vez, voltou a discordar e contou não ter tido vida fácil por ser uma mulher trans. “Não, amiga, não tive. Quando eles me olhavam com nome de homem e com cara de mulher, não teve (chance)”, explicou. “Isso tá dentro da tua cabeça”, apontou Íris. “Você não pode falar uma coisa que você não tá dentro da realidade”, rebateu Ariadna.

Íris Stefanelli insistiu que seu pensamento estava correto e citou que ela mesmo trabalhou passando roupa e servindo em bares em tempos mais difíceis. Ariadna encerrou o papo destacando que a colega de convívio não podia falar o que não sabia detalhes. “Amiga, você é mulher cis, branca e dos olhos verdes”.

Diante da repercussão negativa nas redes sociais, a equipe de Íris reconheceu que as falas da loira foram com tom preconceituoso e pediu desculpas publicamente. “Comunicado sobre as cenas exibidas na edição de hoje do @nolimite. #TeamIris”.

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Empate trava caso sobre permissão para Dado e Bonfá usarem nome Legião Urbana

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A definição sobre a validade da sentença que permitiu a Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá usarem o nome de sua ex-banda, a Legião Urbana, sem autorização do filho do fundador e já falecido vocalista, Renato Russo, sofreu um impasse na 4ª Turma do Superior Tribunal de Justiça: um empate.

Nesta terça-feira (22/6), o julgamento foi retomado com voto-vista do ministro Antonio Carlos Ferreira, que abriu a divergência em relação ao posicionamento da relatora, ministra Isabel Gallotti.

Após os votos de Luis Felipe Salomão e Raul Araújo, registrou-se empate por 2 a 2, que não pode ser definido porque o ministro Marco Buzzi não participou da primeira sessão de julgamento do caso, em 6 de abril.

Como houve sustentação oral de ambas as partes do processo, as manifestações dos advogados terão de ser renovadas para que o ministro Buzzi possa assisti-las e fazer o desempate. A 4ª Turma só tem mais uma sessão de julgamento antes do recesso judiciário de julho, na próxima terça-feira, extraordinária e com pauta já divulgada.

O recurso especial se insurge contra decisão em ação rescisória que ataca uma decisão da 7ª Vara Empresarial da Comarca do Rio de Janeiro. Essa sentença fixou que, apesar de Dado e Bonfá não serem os donos da marca Legião Urbana, eles têm o direito de usar o nome sem autorização do titular quando se apresentarem profissionalmente.

Para a relatora, a ministra Isabel Gallotti, essa sentença deve ser rescindida porque acabou por limitar o direito de propriedade titularizado e por afastar o atributo da exclusividade, inerente ao direito de propriedade da marca. Ela entendeu que houve ofensa direta à Lei de Propriedade Industrial (Lei 9.279/1996). Votou com ela o ministro Luis Felipe Salomão.

Para a divergência do ministro Antonio Carlos Ferreira, a decisão não deve ser rescindida porque não tem qualquer repercussão sobre o registro da marca. Para ele, a sentença razoavelmente ponderou a discussão e não foi além de permitir uso limitado e excepcional da marca por aqueles que foram responsáveis por sua popularização e valorização, observando o princípio constitucional da função social da propriedade e em prol da disseminação da cultura. Votou com ele o ministro Raul Araújo.

Com Conjur

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