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AGU pede ao Supremo que garanta direito de Pazuello de ficar calado em depoimento à CPI

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Depoimento seria no dia 5, mas foi adiado para o próximo dia 19 porque Pazuello disse ter tido contato com pessoas com Covid. AGU também quer que ex-ministro não possa ser preso.

A Advocacia-Geral da União (AGU) pediu nesta quinta-feira (13) ao Supremo Tribunal Federal (STF) que garanta o direito do ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello de ficar calado no depoimento à CPI da Covid.

A AGU argumenta que Pazuello deve poder ficar calado sempre que entender que não precisa responder a perguntas dos senadores. O órgão quer, ainda, que o ex-ministro da Saúde possa ficar imune a algumas medidas, como prisão.

Pazuello deveria ter comparecido para depor na CPI na primeira semana de trabalho, mas sua convocação foi adiada depois que ele disse que teve contato com um ex-assessor contaminado com o coronavírus. Ele pedia um depoimento virtual, o que foi descartado. Apesar de alegar que teve proximidade com pessoas que testaram positivo, Pazuello recebeu o ministro Onyx Lorenzoni.

Mais longevo ministro da Saúde durante a pandemia, Pazuello participou das negociações de vacinas, inclusive das rejeições de ofertas de laboratórios. Ele presenciou as negativas do presidente Jair Bolsonaro em relação à compra da Coronavac, do Butantan.

O ex-ministro é investigado por suposta omissão no enfrentamento da pandemia no Amazonas. A apuração tem como foco o colapso da saúde em Manaus, no início deste ano. O Ministério Público Federal aponta que o então ministro Pazuello sabia do iminente colapso no abastecimento de oxigênio medicinal desde dezembro, mas só enviou representantes ao Amazonas em janeiro.

O ministério também teria atrasado o envio de oxigênio ao estado e, mesmo sabendo do déficit nos estoques, teria optado pelo envio de cloroquina – medicamento sem comprovação científica para tratar a Covid.

Fonte: G1

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Estudo busca descobrir se a resposta imune de vacinados ou infectados será eficaz contra novas variantes do coronavírus

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Os pesquisadores querem saber se é possível prever se uma pessoa continuará vulnerável à Covid-19.

A pesquisa é realizada em cinco países, entre eles o Brasil, onde conta com a participação de dois mil e 600 profissionais de saúde.

Ao todo são sete mil voluntários monitorados e o objetivo é verificar quais respostas imunes podem não ser tão eficazes.

Outro alvo do estudo é analisar se a vacina BCG, que é aplicada em recém-nascidos no mundo todo, ajuda a melhorar as defesas do organismo em quem recebe as vacinas da Pfizer, da Astrazeneca ou a CoronaVac.

A relação com a Covid é investigada porque a BCG, além de prevenir formas graves de tuberculose, protege contra infecções.

O estudo é liderado pelo Instituto de Pesquisa Infantil Murdoch, na Austrália e, no Brasil, tem a colaboração da Fundação Oswaldo Cruz, a Fiocruz.

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