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Espanhóis celebram fim do confinamento

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É festa – Como no Ano Novo, jovens festejam ao ar livre, após 14 meses de estado de emergência e toque de recolher na Espanha. Flexibilização também premia queda de taxas de incidência e avanço de vacinações.

Milhares de jovens tomaram as ruas da Espanha para festejar o fim do estado de emergência no país neste domingo (09/05), dançando e cantando, de bebidas na mão e sem máscaras protetoras. Em Madri, a polícia municipal teve que desobstruir a Porta do Sol, tradicional ponto de encontro, que lembrava um cenário de réveillon. Também na capital catalã, Barcelona, agentes tiveram que interferir para fazer valer o último toque de recolher.

A suspensão entrou em vigor à 00h00 (hora local, sábado 19h00 em Brasília), 14 meses após o governo ter imposto pela primeira severas limitações no dia a dia, na tentativa de combater a pandemia de covid-19. Nesse ínterim, as taxas de incidência se estabilizaram e as vacinações progridem.

Na nova fase da saída gradual do confinamento, o toque de recolher das 23h00 às 06h00 está suspenso em todas as 17 regiões espanholas. Bares e restaurantes poderão receber clientes até a meia-noite; e quem não vive junto também já pode se encontrar em casas ou espaços públicos.

O fim da medida representa um grande alívio para os espanhóis, conhecidos por cultivar uma vida noturna intensa, e em que não se costuma jantar antes das 22h00. Além disso, pela primeira vez em meses, volta a ser possível viajar livremente entre comunidades autônomas, exceto a áreas específicas de alta incidência do coronavírus.

Em Barcelona, juventude sequer quis esperar fim do último toque de recolher

Responsabilidade sobre comunidades autônomas

A nova situação delega às diferentes comunidades a responsabilidade de estabelecer suas próprias restrições, caso haja necessidade de controlar a evolução do novo coronavírus. Várias delas recorreram aos tribunais para impor restrições, especialmente as que afetam a mobilidade.

As cortes superiores das Ilhas Baleares, Valência e Catalunha consideram justificado manter o toque de recolher ou limitar as reuniões pela situação sanitária. Mas não o País Basco, baseado na tese que o sistema jurídico não permitiria a adoção de tais medidas fora do estado de emergência. O Tribunal Superior de Justiça de Madri ratificou as medidas sanitárias que restringem a mobilidade em cinco regiões básicas de saúde.

O dispositivo restritivo foi ativado na Espanha em 14 de março de 2020, com uma duração inicial de duas semanas. Apenas 11 dias depois, porém, o Congresso autorizou uma primeira prorrogação, que viria a ser renovada seis vezes até 25 de outubro, quando se aprovou por decreto um estado de alarme final, que só se encerrou neste domingo.

Por DW com (EFE,AFP,Reuters,AP,DPA)

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Policial é morto e 80 alunos são sequestrados em ataque na Nigéria

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Homens armados mataram um policial e sequestraram pelo menos 80 alunos e cinco professores em uma escola do estado nigeriano de Kebbi, informaram a polícia, moradores e um professor.

É o terceiro sequestro em massa em três meses no noroeste da Nigéria, e as autoridades culpam bandidos armados que buscam resgates.

Usman Aliyu, que leciona na escola, disse que os atiradores levaram mais de 80 alunos, a maioria meninas.

“Eles mataram um [dos policiais], entraram pelo portão e foram direto às salas de aula”, afirmou ele à Reuters.

O porta-voz da polícia de Kebbi, Nafiu Abubakar, disse que os bandidos mataram um policial durante uma troca de tiros e que também balearam um aluno, que estava recebendo tratamento médico.

A polícia ainda não havia comunicado o número de alunos desaparecidos na noite de quinta-feira (17), e um porta-voz do governador de Kebbi afirmou que a força está realizando uma contagem dos desaparecidos.

Sequestros que elevam tristeza ao povo nigeriano não é novidade. Desta vez levaram mais de 80 alunos, a maioria meninas.

O ataque ocorreu em um colégio do governo federal da cidade remota de Birnin Yauri. Segundo Abubakar, forças de segurança estão vasculhando uma floresta próxima à procura dos alunos e professores raptados.

Atiku Aboki, um morador que foi à escola pouco depois de os disparos terminarem, informou que viu uma cena de pânico e confusão enquanto pessoas procuravam os filhos.

Bandidos em busca de resgate já sequestraram mais de 800 alunos nigerianos em escolas desde dezembro. Alguns foram libertados e outros continuam desaparecidos.

* Ardo Hazzad, Garba Muhammed, Camillus Eboh e Angela Ukomadu – Repórteres da Reuters

Com Agência Brasil

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