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Bill Gates se separa da esposa depois de 27 anos de casamento

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O divorcio mais lucrativo da história. – Melinda Gates foi quem pediu o divórcio de Bill Gates – e o casal bilionário aparentemente não fez um acordo pré-nupcial, segundo revelam documentos judiciais obtidos pelo tablóide TMZ. Melinda, de 56 anos, escreveu que o casamento estava “irremediavelmente rompido” ao justificar a separação.

O documento, apresentado na segunda-feira no Tribunal Superior do Condado de King em Seattle, Wa., observa que a dupla tem um “acordo de separação”, mas não um acordo pré-nupcial. Um acordo de separação geralmente é assinado no final do casamento e estabelece os termos da separação. Esse contrato não foi incluído no pedido de divórcio, mas aparentemente ditará como o casal dividirá seus bens.

Ela e Bill, 65 anos, co-fundador da Microsoft, anunciaram que se separariam após 27 anos de casamento. O divorcio mais lucrativo da história.

A fortuna de Gates é estimada em bem mais de US$ 130 bilhões (aproximadamente R$ 707 bilhões), então talvez não seja surpreendente que Melinda não tenha solicitado pensão alimentícia, de acordo com os documentos. Ela e Bill, 65 anos, co-fundador da Microsoft, anunciaram na segunda-feira que se separariam após 27 anos de casamento. Eles têm três filhos: Jennifer, 25 anos, Rory, 21 anos, e Phoebe, 19 anos.

“Depois de muito pensar e trabalhar muito em nosso relacionamento, tomamos a decisão de encerrar nosso casamento”, disse o comunicado dos dois divulgado ontem. Bill e Melinda, que se conheceram depois que Melinda começou a trabalhar na Microsoft como gerente de produto em 1987, disseram que continuariam a trabalhar juntos na renomada organização de caridade que lançaram em 2000.

com Revista Monet / TMZ / imagens BBC e redes sociais

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Aquecimento global ameaça cidades costeiras, alertam peritos da ONU

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A subida do nível do mar, as inundações e a intensificação das ondas de calor ameaçam as cidades costeiras em todo o mundo, diz relatório provisório do Painel Intergovernamental de Especialistas sobre a Evolução do Clima (IPCC, na sigla em inglês).

De Bombaim a Miami, Daca ou Veneza, essas cidades e os seus milhões de habitantes que vivem na foz dos estuários ou nas linhas sinuosas da costa estão “na linha da frente” da crise climática, que corre o risco de redesenhar os mapas dos continentes, afirma o documento.

“O nível do mar continua a subir, as inundações e as ondas de calor são cada vez mais frequentes e intensas e o aquecimento aumenta a acidez do oceano”, observam os cientistas no relatório de 4 mil páginas sobre os impactos das mudanças climáticas.

De acordo com os peritos climáticos, é preciso “fazer escolhas difíceis”.

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Sob o efeito combinado da expansão dos oceanos e do degelo causado pelo aquecimento, a subida do nível do mar também ameaça contaminar os solos agrícolas com água salgada e engolir infraestruturas estratégicas, como portos ou aeroportos.

Um “perigo para as sociedades e para a economia mundial em geral”, alerta o IPCC, lembrando que cerca de 10% da população mundial e dos trabalhadores estão a menos de dez metros acima do nível do mar.

“Para algumas megalópoles, deltas, pequenas ilhas e comunidades árticas, as consequências podem ser sentidas muito rapidamente, durante a vida da maioria das populações atuais”.

De acordo com os peritos, o nível do oceano pode subir 60 centímetros até ao final do século.

“O destino de muitas cidades costeiras é sombrio sem uma queda drástica nas emissões de CO2”, dizem os pesquisadores, acrescentando que “qualquer que seja a taxa dessas emissões, o aumento do nível dos oceanos acelera e continuará a ocorrer durante milénios”.

“A maioria das cidades costeiras pode morrer. Muitas delas serão dizimadas por inundações de longo prazo. Em 2050, teremos uma imagem mais clara”, disse Ben Strauss, da organização Climate Central.

Mas, apesar dessas previsões sombrias, as cidades costeiras continuam a crescer, multiplicando as vítimas em potencial, especialmente na Ásia e na África.

Segundo o documento, um aquecimento global acima do limiar de 1,5 ºC (grau centígrado), fixado pelo acordo de Paris, teria “impactos irreversíveis para os sistemas humanos e ecológicos”. Os peritos afirmam que a sobrevivência da humanidade pode estar ameaçada.

Com as temperaturas médias subindo 1,1 °C desde meados do século 19, os efeitos no planeta já são graves e podem se tornar cada vez mais violentos, ainda que as emissões de dióxido de carbono (CO2) venham a ser reduzidas. 

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Falta de água, fome, incêndios e êxodo em massa são alguns dos perigos destacados pelos peritos da ONU.

O relatório de avaliação global dos impactos do aquecimento, criado para apoiar decisões políticas, é muito mais alarmante que o antecessor, divulgado em 2018.

O documento deverá ser publicado em fevereiro de 2022, após a aprovação pelos 195 Estados-membros da ONU e depois da conferência climática COP26, marcada para novembro em Glasgow, na Escócia.

Prevista originalmente para novembro de 2020, a 26.ª Conferência das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas (COP26), com líderes de 196 países, empresas e especialistas, foi adiada devido à pandemia de covid-19.

Agência Brasil

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