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A semana – Os aspectos astrológicos para o período de 3 de maio à 9 de maio.

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A semana inicia com o Sol se alinhado com Urano e a Lua em seu estado minguante em  03 de maio às 16h50 no signo de Aquário; e Plutão apresenta uma semana de respostas importantes e definitivas varias áreas sociais,  especialmente na econômica. Não podemos deixar de observar a pressão social e política em nosso país que está passando por uma situação bem delicada.

Mercúrio o planeta comunicação e da inteligência emocional ingressa em Gêmeos no dia 5, que simboliza principalmente as comunicações, o comercio, e as viagens e deslocamentos. E Júpiter que se encontra no ultimo grau de aquário influencia o signo de Peixes, o que nos deixa com a atenção voltada para a área da saúde. Em meio a isso tudo Marte avança no signo de Câncer acirrando os ânimos e provavelmente essa semana a situação no âmbito das comunicações devem nos trazer situações complicadas. E  Plutão, inicia uma retrogradação, o que pode indicar diminuição das mortes por covid 19 e podemos ver novas configurações na esfera social.

Vamos ficar de olho

  • Nas comunicação por parte da mídia;
  • Destaques positivos na saúde publica;
  • Embates sociais;
  • Decisões por parte dos governos que podem iniciar problemas graves no futuro;
  • Na esfera econômica  de maneira geral,
  • Nervos acirrados em Brasília

Lua fora de curso:

  • das 11h38 as 16h30 do dia 2 em Capricórnio;
  • das 21h06 as 23h08 do dia 04 em Aquário;
  • das  04h37 as 08h52 do dia 7 em Peixes.

Nestes períodos não compre produtos  de grande valia, se possível não fazer procedimentos cirúrgicos, não entre em debates.

Bom para cuidar de si; aspectos psicológicos e mentais estão valorizados. Ótimo para iniciar campanhas publicitarias.

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Fábio Del Porto é Tarólogo com ampla experiência e dedicação ao universo esotérico e espiritualista, com mais de 25 anos de experiência. Radialista, palestrante e produtor multimídia, com passagem pela Radio Vibe Mundial FM de S. Paulo; TV Web Cultura; entre outros meios de comunicação. Criador do “Arcano do dia” e do “Programa Revelações”.

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Sociedade

Empate trava caso sobre permissão para Dado e Bonfá usarem nome Legião Urbana

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A definição sobre a validade da sentença que permitiu a Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá usarem o nome de sua ex-banda, a Legião Urbana, sem autorização do filho do fundador e já falecido vocalista, Renato Russo, sofreu um impasse na 4ª Turma do Superior Tribunal de Justiça: um empate.

Nesta terça-feira (22/6), o julgamento foi retomado com voto-vista do ministro Antonio Carlos Ferreira, que abriu a divergência em relação ao posicionamento da relatora, ministra Isabel Gallotti.

Após os votos de Luis Felipe Salomão e Raul Araújo, registrou-se empate por 2 a 2, que não pode ser definido porque o ministro Marco Buzzi não participou da primeira sessão de julgamento do caso, em 6 de abril.

Como houve sustentação oral de ambas as partes do processo, as manifestações dos advogados terão de ser renovadas para que o ministro Buzzi possa assisti-las e fazer o desempate. A 4ª Turma só tem mais uma sessão de julgamento antes do recesso judiciário de julho, na próxima terça-feira, extraordinária e com pauta já divulgada.

O recurso especial se insurge contra decisão em ação rescisória que ataca uma decisão da 7ª Vara Empresarial da Comarca do Rio de Janeiro. Essa sentença fixou que, apesar de Dado e Bonfá não serem os donos da marca Legião Urbana, eles têm o direito de usar o nome sem autorização do titular quando se apresentarem profissionalmente.

Para a relatora, a ministra Isabel Gallotti, essa sentença deve ser rescindida porque acabou por limitar o direito de propriedade titularizado e por afastar o atributo da exclusividade, inerente ao direito de propriedade da marca. Ela entendeu que houve ofensa direta à Lei de Propriedade Industrial (Lei 9.279/1996). Votou com ela o ministro Luis Felipe Salomão.

Para a divergência do ministro Antonio Carlos Ferreira, a decisão não deve ser rescindida porque não tem qualquer repercussão sobre o registro da marca. Para ele, a sentença razoavelmente ponderou a discussão e não foi além de permitir uso limitado e excepcional da marca por aqueles que foram responsáveis por sua popularização e valorização, observando o princípio constitucional da função social da propriedade e em prol da disseminação da cultura. Votou com ele o ministro Raul Araújo.

Com Conjur

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