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Pastor diz rezar por morte de Paulo Gustavo

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Pastor José Olímpio e o Ator Paulo Gustavo

O pastor José Olímpio, assessor do presidente da Assembleia de Deus de Alagoas, através da sua conta no Instagram desejou a morte do ator e humorista Paulo Gustavo.

O pastor José Olímpio, da Assembleia de Deus de Alagoas, divulgou uma imagem do ator Paulo Gustavo nas redes sociais em que diz “orar para que o dono dele o leve para junto de si.” O artista está internado desde 13 de março por complicações da Covid-19 e o estado de saúde dele é considerado gravíssimo.

Pastor José Olímpio da Assembleia de Deus e Assessor do Presidente da Assembleia de Deus de Alagoas – reprodução

“Esse é o ator Paulo Gustavo que alguns estão pedindo oração e reza. E você vai orar ou rezar? Eu oro para que o dono dele o leve para junto de si”, escreveu o pastor. Após a repercussão, o pastor apagou a publicação, mas prints já circulavam pela internet. A igreja Assembleia de Deus de Alagoas não se manifestou sobre o caso até o momento.

Pastor usou um print de um dos filmes do ator

O pastor, assumidamente bolsonarista, é conhecido por fazer comentários considerados preconceituosos e extremistas.

Instituições LGBTQIA+ e outras defensoras de direitos humanos, em carta enviada à imprensa, repudiaram o comentário e afirmaram que o ato foi motivado por homofobia, fundamentado em intolerância e conservadorismo.

Fonte: Site Metrópoles e Redação Dibahia

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Governo do Estado lança cartilha “Fui Vítima de LGBTfobia: o que fazer?

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O Governo do Estado disponibiliza, no site da Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SJDHDS), a cartilha “Fui Vítima de LGBTfobia: o que fazer?”. A cartilha apresenta informações e instruções para pessoas LGBTQIA+ que sofrem ou já sofreram algum tipo de violência LGBTfóbicas.

Segundo o coordenador LGBT da SJDHDS, Kaio Macedo, a ideia da cartilha surgiu durante o Maio da Diversidade. “Percebemos que essa parcela da população desconhece os seus direitos e não tem acesso à justiça. A cartilha traz os avanços que conquistamos, a nossa rede de proteção e promoção dos direitos, que atende as pessoas que sofreram violência LGBTfóbica, além de orientações pós violência”, explica Kaio.

Na cartilha, os cidadãos e cidadãs têm acesso a informações sobre os tipos de violências e violações de direitos sofridas pela população LGBTQIA+, assim como contatos e formas de denúncias de cada órgão da rede de proteção, a exemplo do Centro de Promoção e Defesa dos Direitos LGBT (CPDD-LGBT), Conselho LGBT da Bahia, Ouvidoria Geral do Estado (OGE), Secretaria da Segurança Pública (SSP) e Defensoria Pública (DPE).

“Vejo essa cartilha como uma arma importantíssima na luta em defesa da comunidade LGBTQIA+ e no combate à LGBTfobia, que está tão presente, infelizmente, em nosso país. Com essa cartilha, podemos criar uma rede de amparo onde as informações serão difundidas para que mais pessoas saibam como denunciar”, comemora o produtor cultural Roberto Júnior.

A LGBTfobia é um conceito que abrange diversas formas de violência contra pessoas que não são heterossexuais ou cisgêneras, seja verbal, física ou psicológica. Em 2019, o Supremo Tribunal Federal (STF) criminalizou o preconceito contra homossexuais e transexuais, equiparando crimes de LGBTfobia ao de racismo. Ou seja, atos de violências contra pessoas LGBTQIA+ devem ser enquadrados de acordo com a Lei no 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

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