Conecte-se conosco

Porto Seguro

Descobrir Instituto de Música e Cidadania ganha nova sede

Publicado

em

Com um evento para um pequeno público, o Instituto Descobrir inaugura na próxima segunda-feira, 19, sua nova sede situada na Rua Nilson Gama, n.34, no Bairro Parque Ecológico em Porto Seguro.

Com a inauguração da nova sede, o Instituto Descobrir deixa de usar uma sala alugada de 40mt2 para utilizar um prédio com várias salas em uma área com 800mt2. A qual comportará todos os cursos e ações que o Instituto desenvolve.

A nova sede do Instituto foi cedida pela empresária Mara Vianna, mais conhecida como Mara ex-BBB (Big Brother Brasil), que ao fazer a cessão da área deseja beneficiar a comunidade atendendo um número ainda maior de alunos.

Fundado pela musicista Francis de Holanda em 2011, O Instituto iniciou as atividades com aulas de canto para 30 crianças. O instituto que mantém o Coral Clave de Sol e o projeto Reformula, que no decorrer das ações do Instituto, o número de alunos cresceu chegando a atender 1.050 crianças e jovens nos cursos oferecidos: canto coral, violão, teclado, bateria e percussão.

Francis Holanda Regente do Coral Clave de Sol e Presidente do Instituto Descobrir

Reconhecimento do Trabalho

O trabalho desenvolvido pelo Instituto Descobrir e a sua regente Francis Holanda em suas apresentações tem despertado a atenção, muitos talentos estão sendo descobertos e suas habilidades veem sendo desenvolvidas com muita eficiência. Chegando a ecoar até mesmo fora dos limites nacionais A cantora Meso Soprano, Val Reis, de New York também já visitou o Instituto e estabeleceu parceria.

O Instituto além da visita do apresentador Geraldo Luis e mereceu quase uma hora do programa Domingo Show mostrando fatos do instituto e mostrando as histórias dos educandos.

Alunos do instituto vem se destacando na cena musical de Porto Seguro com suas técnicas vocais diferenciadas como as cantoras: Késia Souza, Kelly Lima e Luiza Liberino, que integram o Projeto Refórmula.

Francis de Holanda agradece por todo apoio recebido pelos mais diversos setores, mas salienta que é preciso mais apoio e patrocínio.

Participação do Coral Clave de Sol no Jazz Trancoso

“Para que assim ela possa ajudar mais crianças e jovens do Baianão e bairros vizinhos, pois é preciso atuar mais e falar menos, pois é grande o número de crianças e jovens que precisam de incentivo para transformarem as suas vidas. Afirmou a diretora do Instituto Francis Holanda

Demais interessados em ajudar com apoio podem entrar em contato através das redes sociais: @institutodescobrir ou @francisdeholanda

Fonte: Redação DiBahia News

Continue lendo
Propaganda
Clique para comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Porto Seguro

Professor desenvolve projeto de jogos E-sport para aproximar alunos da escola

Publicado

em

Por

Voiced by Amazon Polly

Com o avanço das tecnologias, os jogos tomaram ainda mais força ao longos dos anos e as competições se tornaram ainda mais interativas. O e-sport se tornou recorrente e em Porto Seguro, um professor chamado Josué Costa, encontrou nos jogos eletrônicos, um meio de aproximar os alunos da escola e do hábito de estudar. Em contato com o diBahia, o professor Josué contou como é a experiência e como ela ajudou na vida de seus alunos.

O esporte eletrônico ou e-sport nada mais é do que do que termos usados para definir competições de jogos eletrônicos de diversas categorias, tendo a participação de profissionais. O primeiro registro de uma competição de jogos eletrônicos foi em 12 de outubro de 1972, para estudantes da universidade de Stanford, tendo como prêmio um ano de assinatura na revista Rolling Stone.

A necessidade surgiu com a falta de aproximação entre o professor e os alunos. Josué trabalha 20 horas na escola Aldeia Velha, em Arraial d’Ajuda e notou que os alunos comentavam muito sobre o jogo Free Fire e queria ter uma aproximação com eles, podendo assim cobrá-los mais em relação aos estudos. Logo juntaram um grupo de amigos para brincar e aprender o jogo, em menos de um mês o professor já conseguia ver que os alunos que não entregavam atividade, online no jogo, e assim podia chamar a atenção para que pudessem fazê-las.

Professor Josué Costa.

A organização do projeto conta com um arsenal de 56 atletas que dá 14 equipes, cada equipe pratica por 4 horas por dia depois das atividades da escola, já que uma das regras é estar em dias com a mesma. Todas as terças e quintas às 22h os alunos competem internamente, os melhores, competem no torneio externo, o principal jogo é o Free fire, mas pretendem estender para outras modalidades. O professor diz que o objetivo da equipe é chegar na LBFF série A, e garante, o treinamento é rigoroso e ressalta a preparação, estratégia, tático e ação.

Porém, o educador afirma que as dificuldades são muitas já que não há quase nenhum incentivo. Ele diz que os alunos precisam de aparelhos tecnológicos e computadores mais avançados, os quais exigem mais gastos. Josué conta que o projeto não tem nenhum patrocinador, mas que estão abertos para parcerias, dando visibilidade devida para quem se comprometer.

Hoje, a seleção dos atletas que integram a equipe, contam com várias localidades de Porto Seguro, então há atletas que se destacam em todas as áreas. As principais são: Paraguai, Baianão, Vera Cruz Campinho, Arraial d’Ajuda e Trancoso. O professor quer fazer história levando o nome de Porto Seguro em frente no mundo do E-sport, e visa afastar os jovens das zonas de criminalidade e até mesmo abusos sexuais que possam vim sofrer.

Um aluno da rede pública não estava se adaptando às novas metodologias de ensino pós pandemia. Entretanto, através do jogo eu comecei a acompanhá-lo de perto, sendo assim, ele que havia desistido dos estudos e eu através do projeto o trouxe de volta para as atividades escolares e como ele tem muitos outros meninos que querem desistir devido esse método de aula remota, cabe a nós como sociedade civil criar mecanismos que possibilite o estímulo dos alunos. — cita o professor.

Em outra situação, o professor diz:

Um jovem do projeto que tem histórico de familiares e outras pessoas envolvidas no tráfico de drogas, atráves do projeto viu uma nova possiblidade de vencer.

O Projeto casa bem, pois, os jovens querem fazer parte do projeto, então utilizamos dessa vontade para obter acompanhamento melhor na educação, finaliza o professor, dando ainda mais ênfase na importância do projeto que vem salvando e incentivando os alunos em tempos tão difíceis de pandemia.

Continue lendo

Copyright © 2021 DiBahia CNPJ: 41.275.067/0001-16