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Seap apura supostas regalias do casal Monique e Dr.Jairinho na prisão

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Monique e Jairinho, presos nesta quinta-feira (8) suspeitos de matar o menino Henry, no Rio de Janeiro. — Foto: MAURICIO ALMEIDA E WILTON JUNIOR/ESTADÃO CONTEÚDO

Secretaria informou que a direção do presídio Frederico Marques, em Benfica, na Zona Norte do Rio, foi substituída a pedido após discordar das denúncias de possíveis privilégios.

A Secretaria Estadual de Administração Penitenciária do Rio de Janeiro (Seap) está apurando se o casal Monique Medeiros e Dr. Jairinho, mãe e padrasto presos por suspeita da morte do menino Henry Borel, de quatro anos, receberam regalias na prisão quando entraram no sistema carcerário.

A Seap informou que a direção do Presídio Frederico Marques, em Benfica, na Zona Norte do Rio, foi substituída a pedido após discordar das denúncias de privilégios. A secretaria informou ainda que encaminhou imagens ao Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ), que vai apurar o caso.

Segundo a Polícia Civil, os dois serão indiciados por homicídio duplamente qualificado e tortura.

Na Câmara dos Deputados, um projeto de lei protocolado com urgência pode aumentar a pena em um terço ou metade se o crime for cometido contra um descendente ou filho do cônjuge ou companheiro.

O depoimento de Thaina sobre a morte de Henry Borel — Foto: Wagner Magalhães e Anderson Cattai
O depoimento de Thaina sobre a morte de Henry Borel — Foto: Wagner Magalhães e Anderson Cattai

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Estudo busca descobrir se a resposta imune de vacinados ou infectados será eficaz contra novas variantes do coronavírus

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Os pesquisadores querem saber se é possível prever se uma pessoa continuará vulnerável à Covid-19.

A pesquisa é realizada em cinco países, entre eles o Brasil, onde conta com a participação de dois mil e 600 profissionais de saúde.

Ao todo são sete mil voluntários monitorados e o objetivo é verificar quais respostas imunes podem não ser tão eficazes.

Outro alvo do estudo é analisar se a vacina BCG, que é aplicada em recém-nascidos no mundo todo, ajuda a melhorar as defesas do organismo em quem recebe as vacinas da Pfizer, da Astrazeneca ou a CoronaVac.

A relação com a Covid é investigada porque a BCG, além de prevenir formas graves de tuberculose, protege contra infecções.

O estudo é liderado pelo Instituto de Pesquisa Infantil Murdoch, na Austrália e, no Brasil, tem a colaboração da Fundação Oswaldo Cruz, a Fiocruz.

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