Conecte-se conosco

[email protected]

Reyynam Poeta lança EP Corpo Fechado e dissemina o afeto como ato revolucionário

Publicado

em

Em seu primeiro EP, Corpo Fechado, o artista baiano conta com participação de artistas como Nelson Maca, Lari Lima e Wall Cardozo

A arte de rua representa e movimenta mudanças. Através da poesia dita marginal, as violências vivenciadas ganham voz e projeção. Mas, a poesia que inflama versos de protesto no EP Corpo Fechado é a mesma que cuida e transmite afeto.

Corpo Fechado, o primeiro EP do artista Reyynam Poeta, já está disponível no YouTube (https://bit.ly/39JFOgm) e nas principais plataformas de música (https://tratore.ffm.to/corpo-fechado). Neste trabalho, o cantor e compositor baiano trata com a devida urgência temas relacionados aos traumas causados pelo racismo, pobreza, violência e masculinidade tóxica. Mas, versos de esperança, cuidado e amor também ecoam como caminho de cura.

Música e poesia se unem numa mistura de batida eletrônica com ritmos inspirados na black music, rap, ijexá, samba reggae, e letras conectadas com o dia a dia urbano, da quebrada ao centro. A música que leva o mesmo nome do EP, conta com a participação da cantora sergipana Lari Lima, já a que abre o projeto, Máquina de Traumas, tem o poeta e agitador cultural Nelson Maca e o artista Wall Cardozo.

O EP Corpo Fechado foi gravado no estúdio Caverna do Som. A design MapaM assina as artes visuais e Levi Mendes as fotografias. O trabalho é realizado com a produção da Cafofo e tem apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura e da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Programa Aldir Blanc Bahia) via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo, Governo Federal

Reyynann Pena – Imagem Levi Mendes

Sobre Reyynam Poeta

O cantor e compositor Reyynam Poeta é de Itinga, Região Metropolitana de Salvador. Jovem negro e periférico, aos 17 anos, idealizou o projeto de intervenção artística: “Arte por Arte, Poesia de Busão”.

Em 2015, inicia sua trajetória artística e forma sua banda, Netos de Pedro Bala, inspirado no romance Capitães da Areia, de Jorge Amado. Produziu seu primeiro evento: o Sarau NPB. No final de 2020, participou da SIM-São Paulo, oportunidade na qual lançou o clipe do single Basta, sobre masculinidade tóxica, para um público nacional e internacional.

Fonte: Redação DiBahia com infos da Assessória de Imprensa

Continue lendo
Propaganda
Clique para comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

[email protected]

Governo do Estado lança cartilha “Fui Vítima de LGBTfobia: o que fazer?

Publicado

em

Por

O Governo do Estado disponibiliza, no site da Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SJDHDS), a cartilha “Fui Vítima de LGBTfobia: o que fazer?”. A cartilha apresenta informações e instruções para pessoas LGBTQIA+ que sofrem ou já sofreram algum tipo de violência LGBTfóbicas.

Segundo o coordenador LGBT da SJDHDS, Kaio Macedo, a ideia da cartilha surgiu durante o Maio da Diversidade. “Percebemos que essa parcela da população desconhece os seus direitos e não tem acesso à justiça. A cartilha traz os avanços que conquistamos, a nossa rede de proteção e promoção dos direitos, que atende as pessoas que sofreram violência LGBTfóbica, além de orientações pós violência”, explica Kaio.

Na cartilha, os cidadãos e cidadãs têm acesso a informações sobre os tipos de violências e violações de direitos sofridas pela população LGBTQIA+, assim como contatos e formas de denúncias de cada órgão da rede de proteção, a exemplo do Centro de Promoção e Defesa dos Direitos LGBT (CPDD-LGBT), Conselho LGBT da Bahia, Ouvidoria Geral do Estado (OGE), Secretaria da Segurança Pública (SSP) e Defensoria Pública (DPE).

“Vejo essa cartilha como uma arma importantíssima na luta em defesa da comunidade LGBTQIA+ e no combate à LGBTfobia, que está tão presente, infelizmente, em nosso país. Com essa cartilha, podemos criar uma rede de amparo onde as informações serão difundidas para que mais pessoas saibam como denunciar”, comemora o produtor cultural Roberto Júnior.

A LGBTfobia é um conceito que abrange diversas formas de violência contra pessoas que não são heterossexuais ou cisgêneras, seja verbal, física ou psicológica. Em 2019, o Supremo Tribunal Federal (STF) criminalizou o preconceito contra homossexuais e transexuais, equiparando crimes de LGBTfobia ao de racismo. Ou seja, atos de violências contra pessoas LGBTQIA+ devem ser enquadrados de acordo com a Lei no 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

Continue lendo

Copyright © 2021 DiBahia CNPJ: 41.275.067/0001-16