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Economia

Porto Seguro e o seu Calcanhar de Aquiles econômico.

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Foto tirada da Internet

Sim, Porto Seguro é um exemplo de dependência! E você deve estar se perguntando: como essa cidade a qual foi protagonista no surgimento do Brasil ficou assim? A resposta é a seguinte: Porto Seguro ainda não teve políticas econômicas de interesse industrial. 

 Os pilares da economia de Porto Seguro estão armazenados em 90%, que corresponde ao setor de hotelaria & turismo (Serviços). E quais os males que isso pode trazer a nossa população? Muitos. Esse nosso recuo industrial na região criou esse cenário caótico de desemprego, o turismo nunca foi uma base sustentadora de um país ou cidade, na verdade, nós econômicos caracterizamos o turismo como a cereja do bolo e não o bolo inteiro. É como depositar a confiança no seu cunhado que pede dinheiro emprestado todo Natal e você passa o ano na expectativa dele te pagar no Natal seguinte. E nossa economia local está nesse cenário de dependência. 

E por que dependemos tanto do Turismo? 

Simples, olha o cenário político de nossa cidade. Todos que passam pelo executivo pensam em apenas um setor da economia que é o setor de Serviços a qual é o maior colaborador tributário municipal o ISS – Imposto Sobre Serviços, hoje o ISS é a mina de ouro da prefeitura acarretando milhões. Ai está uma resposta ao tanto investimento no turismo de Porto Seguro. 

Até quando vamos depender tanto do turismo? 

Vai ser preciso estagnamos no desenvolvimento econômico ou continuar importando mão de obra a grandes capitais. Quando vamos ter um executivo voltado à industrialização de nossa cidade dando um êxtase econômico para os cidadãos de Porto Seguro? 

  E venho fixar aos leitores que esse artigo não é uma crítica ao turismo ou até mesmo a hotelaria e sim uma análise de mercado a qual a população é conscientizada. E agora descobrimos o nosso Calcanhar de Aquiles.  

 Hoje assistimos de camarote o tal “calcanhar de Aquiles”. A baixa procura pelo turismo devido à pandemia mostrou uma grande falha em nossos alicerces econômicos, comprovando cada vez mais a teoria de nossa dependência econômica com o setor de serviços. O problema não foi à pandemia, já era de costume o mercado trabalhar por temporada, todos os anos as projeções do fluxo de capital no município é de origem estrangeira levando ainda mais a nossa dependência econômica. 

 Com esses choques no mercado acarretou uma série de problemas financeiros para a população da cidade, criando uma alavancagem no empobrecimento dos indivíduos durante euforia do mercado em épocas de temporada. Já é de costume o trabalhador ter suas experiências de trabalho em 3 meses e muito desses cidadãos acabam sendo iludidos, caindo no total empobrecimento, criando dividas a qual foram planejadas durante esse seu tempo de colaborador, muitos desses estão com o nome negativado e sonhos interrompidos. 

 “Podemos dizer que somos mestre em criar falsas expectativas para os trabalhadores.” 

 Com a parada do turismo toda a responsabilidade é passada ao os lojistas que tem o dever de manter a economia girando durante muito tempo. E Porto Seguro está trocando o bolo pela cereja, deixando de lado a Indústria e o comércio que em momento de escassez de capital estrangeiro seria o pilar sustentador de nossa economia. 

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Economia

Aneel prorroga proibição de corte de luz por inadimplência

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A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decidiu hoje (15) que vai prorrogar por mais três meses a proibição de corte de energia por inadimplência para os consumidores de baixa renda. A informação foi repassada pelo diretor-geral da Aneel, André Pepitone, durante audiência na Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados para tratar da crise hídrica no país.

Em março, a Aneel havia decidido suspender o corte de energia por inadimplência para esta faixa de consumidores até 30 de junho. Com a prorrogação aprovada nesta terça-feira, a proibição vai valer até o fim de setembro.

A medida não isenta os consumidores do pagamento pelo serviço de energia elétrica, mas tem como objetivo garantir a continuidade do fornecimento para os que, em razão da pandemia do novo coronavírus (covid-19), não têm condições de pagar a sua conta.

Decisão beneficiará 12 milhões de famílias

A iniciativa, segundo a Aneel, deve beneficiar aproximadamente 12 milhões de famílias, que estão inscritas no Cadastro Único, com renda mensal menor ou igual a meio salário mínimo por pessoa. Também terão direito ao benefício famílias com portador de doença que precise de aparelho elétrico para o tratamento, com renda de até três salários mínimos, assim como famílias com integrante que receba o Benefício de Prestação Continuada (BPC).

“Essas ações vêm permitindo resguardar o consumidor de energia elétrica mais carente, sem que haja o comprometimento econômico e financeiro das concessionárias dos serviços de distribuição”, disse Pepitone.

Agência Brasil

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