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ES proíbe venda de roupas e eletrônicos em supermercados durante quarentena

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Novo decreto, publicado pelo governo estadual neste sábado (20), também proíbe o uso de cadeiras e de guarda-sol em praias, lagoas e cachoeiras durante esse período.

Os supermercados estão proibidos de comercializar produtos de vestuário, assim como eletrônicos e eletrodomésticos durante o período de vigência da quarentena no Espírito Santo, que tem como objetivo conter o avanço da pandemia da Covid-19 e reduzir a pressão sobre o sistema de saúde.

A nova proibição foi feita pelo governo estadual em um novo decreto publicado neste sábado (20) em uma edição extra do Diário Oficial. Trata-se de uma complementação, que altera o texto do decreto publicado no dia 17 de março, no qual estão previstas as normas a serem seguidas durante a quarentena.

De acordo com o novo decreto, os supermercados estão proibidos de vender em suas lojas:

  • Eletrodomésticos
  • Eletrônicos
  • Equipamentos de informática
  • Ferramentas
  • Vestuário, acessórios e calçados
  • Artigos de cama
  • Itens de decoração e equivalentes

Todos esses produtos deverão ser retirados dos mostruários ou separados dos demais produtos vendidos com o uso de fitas.

A decisão não agradou os varejistas. O presidente da Federação do Comércio do Espírito Santo (Fecomércio), José Lino Sepulcri, criticou a nova medida.

“Não tem como compreender esse critério. O problema é com o vírus ou com aquilo que se vende no comércio classificado como essencial? Fica difícil o comerciante separar a mercadoria por mercadoria. Está todo mundo confuso e revoltado com essa situação”, disse.

De acordo com o procurador-geral do estado, Rodrigo de Paula, o Centro de Comando e Controle, braço operacional da Sala de Situação, que orienta as ações de planejamento e de fiscalização do governo durante a pandemia, avaliou que suspender a venda de tais produtos é uma medida importante para reduzir o número de pessoas que vão até os supermercados.

O procurador-geral lembrou também que essas mercadorias não são considerados essenciais e não podem ser comercializados presencialmente por nenhum outro estabelecimento no estado.

“Esses produtos podem ser adquiridos por delivery, por vendas não presenciais. Então, não há prejuízos para os consumidores”, reforçou.

Supermercados não podem vender produtos de vestuário, eletrônicos e eletrodomésticos durante quarentena no ES — Foto: Reprodução/TV Gazeta
Supermercados não podem vender produtos de vestuário, eletrônicos e eletrodomésticos durante quarentena no ES — Foto: Reprodução/TV Gazeta

Cadeira e guarda-sol estão proibidos

No mesmo decreto, o governo estadual também acrescentou a proibição do uso de cadeiras e guarda-sol nas praias, rios, lagoas e cachoeiras até o fim da quarentena. No decreto inicial, a proibição era apenas do uso de barracas.

Além disso, continuam suspensos também qualquer tipo de prestação de serviços e o trabalho de vendedores ambulantes. A fiscalização dessa norma fica a cargo de cada município, conforme explica o decreto.

Atualmente, o índice de ocupação de leitos de UTI no Espírito Santo chega a 93,23%.

Fonte: Redação DiBahia News com informações do G1

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Estudo busca descobrir se a resposta imune de vacinados ou infectados será eficaz contra novas variantes do coronavírus

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Os pesquisadores querem saber se é possível prever se uma pessoa continuará vulnerável à Covid-19.

A pesquisa é realizada em cinco países, entre eles o Brasil, onde conta com a participação de dois mil e 600 profissionais de saúde.

Ao todo são sete mil voluntários monitorados e o objetivo é verificar quais respostas imunes podem não ser tão eficazes.

Outro alvo do estudo é analisar se a vacina BCG, que é aplicada em recém-nascidos no mundo todo, ajuda a melhorar as defesas do organismo em quem recebe as vacinas da Pfizer, da Astrazeneca ou a CoronaVac.

A relação com a Covid é investigada porque a BCG, além de prevenir formas graves de tuberculose, protege contra infecções.

O estudo é liderado pelo Instituto de Pesquisa Infantil Murdoch, na Austrália e, no Brasil, tem a colaboração da Fundação Oswaldo Cruz, a Fiocruz.

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