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Novo Capitão América nos quadrinhos será gay

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A Marvel Comics apresentou nesta semana o primeiro personagem  LGBTQIA+ a assumir o uniforme do Capitão América nas histórias em quadrinhos. O jovem Aaron Fischer vai substituir os personagens Steve Rogers, Sam Wilson, Bucky Barnes e John Walker e vai defender comunidades de pessoas específicas, representando “os oprimidos e os esquecidos”, como disse o escritor responsável pela criação do personagem.

A nova versão da história, intitulada “Os Estados Unidos do Capitão América”, terá início com os 4 capitães anteriores – Steve Rogers, Sam Wilson, Bucky Barnes e John Walker – em uma missão de busca pelo escudo perdido do herói. No caminho, eles encontram personagens que se inspiraram nas lendas do Capitão América a ajudar grupos específicos de pessoas.

Reprodução/Twitter/Josh Trujillo
O jovem Aaron Fischer será o novo capitão américa nos quadrinhos e terá tatuagens por todo o corpo, piercings no nariz e brincos. Ele também usará um traje inspirado no primeiro Capitão América.

Uma das pessoas que os ex-capitães encontram é Aaron Fischer, um jovem abertamente gay e que tem tatuagens por todo o corpo – uma delas, no ombro, da bandeira dos Estados Unidos – além de piercings no nariz e brincos. Aaron também usa um traje inspirado no Capitão América.

“Aaron é inspirado por heróis da comunidade queer : ativistas, líderes e pessoas comuns que lutam por uma vida melhor. Ele representa os oprimidos e os esquecidos”, declarou Trujillo.

Criado pelo escritor Josh Trujillo, que também é homossexual, e pela artista Jan Bazaldua, uma mulher trans, Aaron protegerá jovens fugitivos e pessoas sem-teto, apesar de não ter a mesma força de Steve Rogers. O novo Capitão será apontado como o “Capitão América das Ferrovias”, já que os trilhos abandonados se tornam refúgio para inúmeros moradores de rua nos Estados Unidos.


A primeira edição da nova fase dos quadrinhos está prevista para venda no dia 2 de junho, nos Estados Unidos, mas ainda não tem data de estreia no Brasil.

Fonte: Redação Dibahia News com informações da Marvel

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Governo do Estado lança cartilha “Fui Vítima de LGBTfobia: o que fazer?

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O Governo do Estado disponibiliza, no site da Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SJDHDS), a cartilha “Fui Vítima de LGBTfobia: o que fazer?”. A cartilha apresenta informações e instruções para pessoas LGBTQIA+ que sofrem ou já sofreram algum tipo de violência LGBTfóbicas.

Segundo o coordenador LGBT da SJDHDS, Kaio Macedo, a ideia da cartilha surgiu durante o Maio da Diversidade. “Percebemos que essa parcela da população desconhece os seus direitos e não tem acesso à justiça. A cartilha traz os avanços que conquistamos, a nossa rede de proteção e promoção dos direitos, que atende as pessoas que sofreram violência LGBTfóbica, além de orientações pós violência”, explica Kaio.

Na cartilha, os cidadãos e cidadãs têm acesso a informações sobre os tipos de violências e violações de direitos sofridas pela população LGBTQIA+, assim como contatos e formas de denúncias de cada órgão da rede de proteção, a exemplo do Centro de Promoção e Defesa dos Direitos LGBT (CPDD-LGBT), Conselho LGBT da Bahia, Ouvidoria Geral do Estado (OGE), Secretaria da Segurança Pública (SSP) e Defensoria Pública (DPE).

“Vejo essa cartilha como uma arma importantíssima na luta em defesa da comunidade LGBTQIA+ e no combate à LGBTfobia, que está tão presente, infelizmente, em nosso país. Com essa cartilha, podemos criar uma rede de amparo onde as informações serão difundidas para que mais pessoas saibam como denunciar”, comemora o produtor cultural Roberto Júnior.

A LGBTfobia é um conceito que abrange diversas formas de violência contra pessoas que não são heterossexuais ou cisgêneras, seja verbal, física ou psicológica. Em 2019, o Supremo Tribunal Federal (STF) criminalizou o preconceito contra homossexuais e transexuais, equiparando crimes de LGBTfobia ao de racismo. Ou seja, atos de violências contra pessoas LGBTQIA+ devem ser enquadrados de acordo com a Lei no 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

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