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Igreja faz culto em ônibus para driblar proibição em São Paulo

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Com as igrejas fechadas em São Paulo (SP) para diminuir a circulação do vírus durante a pandemia, o pastor Eduardo Silva, da Igreja Evangélica Ministério Aviva, resolveu promover um culto em um ônibus.

O vídeo de mais de cinco minutos foi publicado no perfil do Instagram “Brasil Fede Covid”, que denuncia confraternizações clandestinas e ilegais entre os brasileiros durante a pandemia.

Nas imagens os fiéis aparecem medindo a temperatura e passando álcool gel nas mãos antes de entrar no micro-ônibus lotado para o culto. Um homem com um colete escrito “fiscal do povo” filma a fila e diz que “não vão deixar de adorar a Deus”.

As imagens que foram gravadas dia 17 e março é possível ver uma criança sem máscara e ao menos oito pessoas sentadas e outras sete em pé. Não é possível saber o total de passageiros do ônibus do culto.

Pandemia em São Paulo

São Paulo está na fase restrita da pandemia desde o último dia 11. O governador João Doria (PSDB) anunciou medidas mais duras de isolamento até o dia 30 para frear o aumento de novos casos, internações e mortes pelo coronavírus e conter a sobrecarga em hospitais de todo o estado. A restrição completa veta, entre outras atividades, as celebrações religiosas coletivas.

O prefeito da capital, Bruno Covas (PSDB), antecipou cinco feriados a partir do dia 26 de março para tentar conter o avanço da pandemia de covid-19. Com essa decisão, a cidade mais populosa do país ficará parada por dez dias.

No sábado, pelo segundo dia consecutivo foram mais de 18 mil novas infecções registradas em apenas 24horas. Nesse intervalo também foram registradas 616 mortes, média que tem se mantido acima das seis centenas nos últimos dias. Em toda a pandemia, já são 2.298.061 casos confirmados e 67.414 vítimas fatais no estado de São Paulo.

Fonte: Uol

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Estudo busca descobrir se a resposta imune de vacinados ou infectados será eficaz contra novas variantes do coronavírus

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Os pesquisadores querem saber se é possível prever se uma pessoa continuará vulnerável à Covid-19.

A pesquisa é realizada em cinco países, entre eles o Brasil, onde conta com a participação de dois mil e 600 profissionais de saúde.

Ao todo são sete mil voluntários monitorados e o objetivo é verificar quais respostas imunes podem não ser tão eficazes.

Outro alvo do estudo é analisar se a vacina BCG, que é aplicada em recém-nascidos no mundo todo, ajuda a melhorar as defesas do organismo em quem recebe as vacinas da Pfizer, da Astrazeneca ou a CoronaVac.

A relação com a Covid é investigada porque a BCG, além de prevenir formas graves de tuberculose, protege contra infecções.

O estudo é liderado pelo Instituto de Pesquisa Infantil Murdoch, na Austrália e, no Brasil, tem a colaboração da Fundação Oswaldo Cruz, a Fiocruz.

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