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Maisa e João Guilherme estrelam ‘De Volta aos 15’, nova série teen da Netflix

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História gira em torno de Anita, que quando completa 30 anos volta ao seu primeiro dia no colegial

Maisa e João Guilherme estão no elenco da nova série da Netflix

Após o sucesso de “Pai em Dobro”, Maisa já foi anunciada em um novo projeto da Netflix, a série teen “De Volta aos 15”, que é baseada no livro de mesmo nome da jovem escritora Bruna Vieira. Além da ex-apresentadora do SBT, Klara Castanho e João Guilherme também estão no elenco da produção. A trama gira em torno de Anita, que sempre sonhou em chegar à vida adulta e quando completa 30 anos percebe que não era bem aquilo o que imaginava. Ao voltar para sua cidade natal, ela enfrenta momentos catastróficos e, com magia, acaba voltando ao seu primeiro dia do colegial, mas o detalhe é que ela continua com a mente de 30 anos.

Maisa viverá a protagonista Anita, que, ao voltar para o seu corpo de 15 anos, tenta resolver o problema de todos ao seu redor. Carol (Klara Castanho), por exemplo, é sua prima e está se envolvendo com o garoto que carrega o título de maior “boy lixo” da cidade. Já sua irmã, Luiza (Amanda Azevedo), quer se livrar do rótulo de princesinha. Anita também tentará ajudar César (Pedro Vinicius), um novo amigo que precisa de ajuda para assumir quem ele realmente é, além de Henrique (Caio Cabral), seu melhor amigo nerd que nutre um amor secreto por ela. A questão é que as mudanças no passado acabam impactando o futuro desses personagens. A série contará com seis episódios e promete boas doses de humor e emoção. A data de estreia ainda não foi divulgada pela plataforma de streaming.

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Governo do Estado lança cartilha “Fui Vítima de LGBTfobia: o que fazer?

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O Governo do Estado disponibiliza, no site da Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SJDHDS), a cartilha “Fui Vítima de LGBTfobia: o que fazer?”. A cartilha apresenta informações e instruções para pessoas LGBTQIA+ que sofrem ou já sofreram algum tipo de violência LGBTfóbicas.

Segundo o coordenador LGBT da SJDHDS, Kaio Macedo, a ideia da cartilha surgiu durante o Maio da Diversidade. “Percebemos que essa parcela da população desconhece os seus direitos e não tem acesso à justiça. A cartilha traz os avanços que conquistamos, a nossa rede de proteção e promoção dos direitos, que atende as pessoas que sofreram violência LGBTfóbica, além de orientações pós violência”, explica Kaio.

Na cartilha, os cidadãos e cidadãs têm acesso a informações sobre os tipos de violências e violações de direitos sofridas pela população LGBTQIA+, assim como contatos e formas de denúncias de cada órgão da rede de proteção, a exemplo do Centro de Promoção e Defesa dos Direitos LGBT (CPDD-LGBT), Conselho LGBT da Bahia, Ouvidoria Geral do Estado (OGE), Secretaria da Segurança Pública (SSP) e Defensoria Pública (DPE).

“Vejo essa cartilha como uma arma importantíssima na luta em defesa da comunidade LGBTQIA+ e no combate à LGBTfobia, que está tão presente, infelizmente, em nosso país. Com essa cartilha, podemos criar uma rede de amparo onde as informações serão difundidas para que mais pessoas saibam como denunciar”, comemora o produtor cultural Roberto Júnior.

A LGBTfobia é um conceito que abrange diversas formas de violência contra pessoas que não são heterossexuais ou cisgêneras, seja verbal, física ou psicológica. Em 2019, o Supremo Tribunal Federal (STF) criminalizou o preconceito contra homossexuais e transexuais, equiparando crimes de LGBTfobia ao de racismo. Ou seja, atos de violências contra pessoas LGBTQIA+ devem ser enquadrados de acordo com a Lei no 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

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