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Brasil registra 54 mil casos e 1.351 mortes por Covid-19 em 24 horas

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Dados foram divulgados pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (CONASS) através de boletim atualizado às 18h desta quinta-feira, 11

Segundo a OMS, Brasil começa a apresentar indícios de declínio na segunda onda de Covid-19

Brasil registrou 54.742 novos casos e 1.351 novas mortes causadas pela Covid-19 nas últimas 24 horas. Com isso, o número de infectados pelo novo coronavírus (Sars-Cov-2) e suas variantes desde o início da pandemia ultrapassou a marca de 9,7 milhões de casos, chegando ao total de 9.713.909. Em relação às vítimas fatais, o Brasil se aproxima da marca de 240 mil óbitos, sendo que, no momento, o total é de 236.201. Tais números mantêm o país na terceira colocação de países com mais casos, atrás de Estados Unidos e Índia, e na segunda em termos de mortes, atrás apenas dos EUA. Os dados foram divulgados pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (CONASS) através de boletim atualizado às 18h desta quinta-feira, 11.

Os indicadores do avanço da Covid-19 no Brasil seguiram as tendências apresentadas nas últimas semanas. A taxa de letalidade, por exemplo, seguiu estável em 2,4%. Por outro lado, a taxa de mortalidade da doença segue mostrando aumentos, chegando à marca de 112,4 a cada 100 mil habitantes. Por fim, a taxa de incidência da Covid-19 segue aumentando, atingindo o patamar de 4.622, 4 a cada 100 mil habitantes. São Paulo, com 1.889.969 casos e 55.742 mortes causadas pela doença, segue sendo o Estado mais atingido pela Covid-19. Apesar dos indicadores mostrarem uma alta, a Organização Mundial de Saúde (OMS) disse ver indícios de que a segunda onda da pandemia começa a mostrar sinais de declínio no Brasil.

Fonte: Jovem Pan

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Estudo busca descobrir se a resposta imune de vacinados ou infectados será eficaz contra novas variantes do coronavírus

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Os pesquisadores querem saber se é possível prever se uma pessoa continuará vulnerável à Covid-19.

A pesquisa é realizada em cinco países, entre eles o Brasil, onde conta com a participação de dois mil e 600 profissionais de saúde.

Ao todo são sete mil voluntários monitorados e o objetivo é verificar quais respostas imunes podem não ser tão eficazes.

Outro alvo do estudo é analisar se a vacina BCG, que é aplicada em recém-nascidos no mundo todo, ajuda a melhorar as defesas do organismo em quem recebe as vacinas da Pfizer, da Astrazeneca ou a CoronaVac.

A relação com a Covid é investigada porque a BCG, além de prevenir formas graves de tuberculose, protege contra infecções.

O estudo é liderado pelo Instituto de Pesquisa Infantil Murdoch, na Austrália e, no Brasil, tem a colaboração da Fundação Oswaldo Cruz, a Fiocruz.

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